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SOLON BARROZO BARRETO 1998 RESUMO
RESUMO DO LIVRO INTRODUÇÃO - CURIOSIDADE 1 - As Rochas 2 - Os Solos 3 - Rocha-Mãe e Solo 4 - As Farinhas de Rochas 5 - A Farinha de Rocha MB-4 6 - Mensagens da Campanha Alimento Natural É Saúde 7 - Bibliografia 8 - Currículo do Autor CURIOSIDADE!... A pesquisa que foi desenvolvida e que levou aos assuntos abordados no presente livro é o resultado de uma observação em um local conhecido como Campestre, no município de Jaramataia - AL. Porém esse fenômeno é bastante conhecido e aparece em várias partes do Brasil e do mundo, sob diversos aspectos e diversas formas. No início era apenas uma curiosidade de explicar por que aquele solo que já vinha sendo explorado por mais de trinta anos, mantinha alta produtividade sem fazer nenhuma adubação e solos em outras regiões, com poucos anos de exploração e já se encontram exauridos, esgotados? Depois de constatado o motivo, que será amplamente explicado nos próximos capítulos, aos poucos fomos arrastados a prosseguir nas pesquisas e com isso, tivemos de penetrar no campo da nutrição das plantas, dos animais e dos homens. Com a seqüência de pesquisas que foram desenvolvidas pelo departamento técnico da MIBASA, originou dois livros intitulados: "A FARINHA DE ROCHA MB-4 E O SOLO", "O PORQUÊ DAS DOENÇAS (NAS PLANTAS, NOS ANIMAIS E NOS HOMENS) E COMO EVITÁ-LAS"; a criação de 9 (nove) produtos. O MB-4 que é uma farinha de rocha responsável pela restituição dos componentes minerais dos solos, e oito produtos que servirão de lenitivo para as plantas, para os animais e para os homens, enquanto é feito a recuperação dos solos com as farinhas de rochas. O local onde foi desenvolvido essas pesquisas, devido as pessoas conseguirem a recuperação de suas doenças, muitas delas incuráveis, ficou conhecido por Campestre " O PARAÍSO DA SAÚDE ". E para orientar a humanidade no aprendizado desses conhecimentos foi lançado a CANES - CAMPANHA ALIMENTO NATURAL É SAÚDE. A diretoria da MIBASA conhecedora das dificuldades que passa a humanidade com a perda do seu sistema imunológico, construiu a VILA SAÚDE, para que a população venha conhecer e adquirir conhecimentos que se reverterão em benefícios para saúde e para beleza. Geólogo Solon Barrozo Barreto AS ROCHAS
Da fábrica (textura e estrutura), da composição mineralógica e do estado evolutivo em que se encontra, pode ser classificada em três grandes grupos: ROCHAS ÍGNEAS, METAMÓRFICAS E SEDIMENTARES. 1.1 - TIPOS DE ROCHAS
As rochas ígneas vulcânicas - são aquelas que tiveram um resfriamento rápido. A composição química dos minerais deste tipo de rocha, apresenta uma maior freqüência de óxidos sendo o de maior importância o óxido de silício (SiO2), cuja percentagem em peso pode variar de 35 a 75%. Em segundo lugar vem o óxido de alumínio (Al2O3) que varia entre 12 e 18%. Outros óxidos podem estar presentes, como: óxido de ferro, óxido de manganês, óxido de magnésio e outros, de sódio, potássio, cálcio, titânio, etc. A composição mineralógica destas rochas é formada pelos seguintes minerais: quartzo, feldspatos, piroxênios, anfibólios, micas, olivina, feldspatóides (Leucita, nefelina, sodalita, zeolitos sódicos), hematita, ilmenita, magnetita, rutilo. As rochas ígneas plutônicas - são as que tiveram
um resfriamento lento por estarem em grandes profundidades. São
facilmente reconhecidas e diferenciadas das vulcânicas por apresentarem
os cristais bem formados. A composição química dos
minerais deste tipo de rocha é muito parecida, no entanto, há
uma tendência das rochas plutônicas apresentarem maior quantidade
de ferro ferroso, enquanto que as vulcânicas apresentam maior quantidade
de ferro férrico, isto é, devido a maior ou menor profundidade
em que foram resfriadas e por isso, mais e menos distante do oxigênio.
A composição mineralógica é praticamente igual,
no entanto, devido ao processo de resfriamento, apresentam uma tendência
a serem monominerais, como as dunitas (compostas essencialmente de olivina);
como a anortosita (composta de plagioclásio). Metamorfismo - é o processo que consiste na acomodação mineralógica e estrutural das rochas sólidas, às condições físicas e químicas reinantes a profundidades inferiores às zonas superficiais de meteorização e cimentação, e que são distintas das condições abaixo das quais se formarão as rochas em questão. Às rochas formadas por este processo, damos o nome de rochas metamórficas. Estas rochas podem ser originadas de sedimentos de uma rocha sedimentar de uma rocha ígnea, ou mesmo de um sedimento de uma outra rocha metamórfica. São facilmente reconhecidas pois os seus minerais estão sempre alinhados e orientados em uma direção. Existem três tipos principais de Metamorfismo: 1 - Metamorfismo de contato - apresentam-se adjacentes as rochas plutônicas. É o Metamorfismo localizado, atinge áreas pequenas causado pela alta temperatura e pressão, por estarem muito próximas de rochas plutônicas. 2 - Metamorfismo regional - este tipo de Metamorfismo se desenvolve em grandes extensões, atingindo centenas ou milhares de quilômetros quadrados, sem está relacionado a uma intrusão ígnea. Bons exemplos são as raízes das montanhas de pregueamentos e os escudos continentais precambrianos. 3 - Metamorfismo de deslocamento - este tipo de metamorfismo está relacionado a locais de intensas deformações, próximos a grandes falhas e horizontes de movimento. A classificação das rochas metamórficas pode-se levar em conta: a composição mineralógica, a estrutura e textura, a composição química, as condições de jazimento. Nos ateremos a citar alguns tipos de rochas metamórficas: Filitos - rocha de granulação fina originada de um metamorfismo fraco, contém muita mica e clorita de nova formação, que dá um aspecto lustroso à superfície de esfoliação. Micaxistos - são rochas metamórficas muito xistosas, com lineações nas quais os grãos são suficientemente grandes para permitir a identificação macroscópica dos componentes minerais. Os minerais micáceos são abundantes e seu elevado grau de orientação dominante se reflete na xistosidade. Os componentes minerais mais freqüentes neste tipo de rocha são os diversos tipos de micas e quartzo, feldspatos, vários tipos de sulfetos de ferro, cobre, zinco, óxidos de ferro, titânio, manganês e outros. O metamorfismo sofrido por esta rocha é superior ao do filito.
Quartzitos - são rochas metamórficas compostas principalmente por quartzo recristalizado, produtos de metamorfismo de contato ou regional de arenitos rico em quartzo. Mármores - são rochas metamórficas compostas principalmente de calcita e ou dolomita, produto do metamorfismo de contato ou regional de sedimentos calcários. Anfibolitos - são rochas metamórficas compostas principalmente de hornblendas e plagioclasios. A grande quantidade dos prismas de hornblendas alinhadas, dão uma foliação menos clara que nos micaxistos. São produtos do metamorfismo regional de grau médio a elevado, de rochas ígneas básicas e de alguns sedimentos calcários impuros. Serpentinitos - são rochas metamórficas compostas principalmente dos minerais antigorita, serpentina, talco e clorita; se apresentam freqüentemente com a coloração esverdeada, tendo às vezes, quando não sofreu nenhum tipo de intemperismo a coloração cinza escuro; formados por metamorfismo metassomático de rochas ígneas peridotito. A serpentina, o talco e a clorita são minerais ricos em silicatos de magnésio. Sedimento é o resultado da decomposição de uma rocha, seguido de um processo de transporte. Às rochas formadas por este processo e depois consolidadas, damos o nome de rochas sedimentares. Daremos uma descrição sobre os diversos tipos de sedimentos e suas respectivas nomenclaturas: Sedimentos Clásticos - são aqueles formados por fragmentos de rochas, minerais preexistentes e de produtos secundários de decomposição química. São formados por sedimentos que atingem grandes dimensões até frações coloidais. Os representantes mais comuns desses sedimentos são os: conglomerados, os arenitos, os siltes e as argilas. Sedimentos Calcário-Clásticos - são sedimentos de transição entre clásticos e calcários. Os sedimentos mais importantes dessa classe são: lito-calciruditos, bio-calciruditos, calcarenitos, margas. Sedimentos Orgânicos - nesta categoria estão todos os sedimentos que devem sua origem à acumulação de matéria orgânica de diversos tipos. Em contraste com as rochas de origem mecânica, que implicam algum transporte de seus componentes, as rochas de origem orgânica, se formam in situ. Elas representam acumulações das partes duras ou mais estáveis
da matéria animal ou vegetal, em meios e condições
diferentes daqueles dos sedimentos detríticos. De acordo com sua
composição química, podem se dividir em: Sedimentos Silicosos - são formados pela decomposição de partes silicatadas de vegetais e ou animais. Sedimentos Ferruginosos - são formados pela decomposição de compostos orgânicos que têm um conteúdo de ferro. Sedimentos Carbonosos - são sedimentos de hidrocarbonetos, ocorrendo na natureza na fase sólida. Neste grupo estão as turfas, lenhito, carvão de pedra, folhelho betuminoso, asfaltos. Sedimentos Fosfáticos - compreendem as rochas fosfóricas de origem orgânica. Neste grupo estão a fosforita, o guano. Sedimentos Químicos - neste grupo de sedimentos, estão todos os depósitos inorgânicos cuja formação depende da precipitação de uma solução ou de uma alteração química de um mineral primário. Sedimentos Calcários Químicos - na formação de todos calcários orgânicos ocorrem reações químicas, mas sua origem continua orgânica. Nos sedimentos calcários puramente químicos, encontramos travertino, crostas calcárias, estalactites e estalagmites. Sedimentos Silicosos Químicos - nestas rochas predomina a sílica de precipitação. Um exemplo típico deste tipo de rocha é a geiserita, onde a sílica é proveniente de fontes termais. Sedimentos Ferruginosos Químicos - nestes tipos de depósitos as bactérias e as algas têm grande influência nas reações químicas que se processam. Os minerais formados no local são: siderita, dolomita, óxidos de ferro como magnetita, sulfeto de ferro como pirita; material argiloso, calcita, limonita, fosfatos. Alguns outros minerais que vieram de fora podem ser encontrados como: quartzo, minerais de ferro e outros. Sais de Evaporitos - estes sedimentos são típicos de ambientes como lagoas, lagos continentais, mares fechados. Nestes sedimentos podemos encontrar: os cloretos, os sulfatos, os nitratos, os boratos. Os principais minerais são: cloreto de sódio (halita); cloreto de potássio (silvita); sulfato de cálcio (gipsita ou gesso); sulfato de bário (barita).
Chamamos de intemperismo das rochas os processos físicos e ou
químicos, que contribuem para a desestabilização
das rochas. O tipo de rocha, a composição mineralógica, o fendilhamento local e regional, o relevo, a vida microbiana, trazem grande influência na estabilidade das rochas. O clima, é o grande agente que aproveita as "fraquezas" da rocha para exercer sua ação. No processo de intemperismo, grandes e importantes modificações são realizadas. Há reações químicas formadoras e ou transformadoras de minerais, às vezes com lixiviação de elementos importantes, que são transportados e que podem reagir com outros formando novos compostos. O intemperismo das rochas pode ser superficial, ou mesmo alcançar grandes profundidades. No início pode ser identificado por uma mudança na cor da rocha na superfície e aos poucos, esse fenômeno vai evoluindo e aumentando a profundidade. Na superfície, a rocha que sofre o intemperismo, pode está totalmente intemperizada, os minerais desagregados e muitos deles decompostos. À medida que nos aprofundamos, os fragmentos da rocha original torna-se maior e mais freqüente, até chegarmos a rocha estável.
É constituído de camadas que diferem pela natureza física, química, mineralógica e biológica. 2.1 - OS SOLOS E SUAS ROCHAS-MÃE
Um solo arenoso, pode ser originado de um granito, um gneis, ou de um arenito muito rico em quartzo. São solos de cor clara, muito poroso e por isso inconsistente; teor de argila muito pequeno ou ausente; tem baixa fertilidade, é muito permeável. Os solos derivados de rochas melanocráticas (escuras) ricas em minerais ferro-magnesianos são de coloração vermelha escura. Tem o teor de argila alto, são pouco porosos, tem maior possibilidade de ficar compactado e consequentemente com menor capacidade de armazenar oxigênio, necessitando de uma quantidade maior de matéria orgânica, para manter as microvidas ali existentes. A perda da sílica, nestes solos foi grande e acarreta prejuízos importantes aos vegetais ali situados. As rochas que podem dar origem a esses tipos de solos são: basalto, diabásio, anfibolitos, piroxenitos, gabros. São solos muito férteis e muito impermeáveis. Dentro desses dois extremos temos todos os tipos de solos, com possibilidades infinitas de variações. À medida que nos aprofundamos no perfil do solo observamos a variação das diversas variáveis, como fragmentos da rocha-mãe, que aumentam de tamanho; há menor transformações dos minerais e conseqüentemente menores percas de elementos por lixiviação; a menor quantidade de oxigênio, limita a quantidade de vida. Os solos que conservam fragmentos da rocha-mãe são mais férteis. Para o agricultor menos advertido constitui um transtorno, pois quebra o arado e os equipamentos; no entanto, os fragmentos de rochas comportam-se como verdadeiros reservatórios de nutrientes, que automaticamente suprem as necessidades, ou deficiências minerais de acordo com as exigências da cultura plantada. No sertão de Alagoas, o sertanejo prefere para o plantio de suas lavouras, os solos que têm pedras, pois são mais férteis e as culturas plantadas nesses locais suportam mais a seca, são mais sadias. A melhor fertilidade desses solos e conseqüente melhor saúde das culturas, vêm do fornecimento dos componentes minerais originários da rocha-mãe, que libera seus componentes conforme as necessidades das culturas e naturalmente do solo. A resistência maior à seca, deriva do fato de que lavouras bem nutridas e equilibradas suportam melhor as adversidades, e também porque os fragmentos de rocha, por serem menos porosos que o solo, impedem ou dificultam a evaporação, mantendo sob o fragmento uma certa umidade. Quando retiramos um fragmento da rocha-mãe do solo notamos uma mudança de coloração, indicando uma maior umidade e até, muitas vezes, concentrações de finas raízes contornando a pedra. É um fenômeno muito importante, pois nos dá subsídios valiosos para usarmos em nosso benefício, em outras situações. Este fenômeno é muito freqüente até mesmo em grandes matações, onde se vê concentração de umidade e existência de finas raízes circulando o local. Às vezes, uma única e fina raiz faz muitas voltas, para aumentar a superfície de contato, e dali tirar os nutrientes que lhe falta. O fragmento da rocha-mãe, a parte que fica diretamente em contato com a raiz, muda de coloração, torna-se mais clara, diferenciando-se do restante do bloco, que mantém as características originais. Levando-nos a pensar em duas possibilidades: ou a planta só retirou a quantidade de nutrientes que necessitou, ou as condições ambientais só permitiu aquele fornecimento.
Então, toda dificuldade em resumo é esta: manter o solo bem alimentado para se conseguir produtos de boa qualidade. No solo, é onde se dá as reações e transformações necessárias para nutrir a vida. Quando o solo está desequilibrado, toda a cadeia alimentar fica prejudicada, a vida estará comprometida. Nele, os três reinos: mineral, vegetal e animal, estão mais próximos. É onde os três reinos interconectam entre si, se interferem, se distinguem e se separam. Todo o sistema alimentar da vida tem início no solo, daí a grande necessidade de protegê-lo, preservá-lo, supri-lo das suas carências para que cumpra sua finalidade, e todo ser vivo tenha sua nutrição iniciada com perfeição. Atualmente, faz-se justamente o contrário, dá-se ao solo somente uma parte desses minerais em grandes quantidades e solúveis, que acabam com a microvida do solo, e como o solo está carente de vários elementos minerais, as plantas estarão incompletas, sujeitas às doenças e pragas, e aí entram os AGROTÓXICOS, que provocam mais agressões ao meio ambiente e está iniciada a bola de neve. A matéria orgânica do solo foi abolida. O solo fica exposto ao sol, a microvida praticamente desapareceu, tem-se início o processo de desertificação... Portanto, é necessário que mantenhamos os nossos solos bem nutridos, equilibrados. DESTE EQUILÍBRIO DEPENDE TODA A VIDA NA TERRA. Assim, as plantas crescerão sadias e sem doenças, biologicamente completas. Terão os minerais, as vitaminas e todos os compostos orgânicos em quantidades e proporções ideais, para alimentar qualquer animal e mantê-lo sadio, sem doenças e com vitalidade. Só para dar um exemplo da importância do solo na cadeia alimentar do homem, os solos carentes de magnésio, vão produzir culturas deficientes deste mineral e os animais que delas se alimentarem vão se tornarem carentes. No homem, as carências de magnésio provocam doenças como: hipertensão, artrose, artrite e muitas outras, uma vez que efetua mais de 300 funções no organismo humano. A importância do solo é muito grande, pois dele depende o restante da cadeia alimentar dos animais e no final, o próprio homem. A ligação entre os reinos mineral, vegetal e animal, lembrada
por vários pesquisadores mostra que: Pesquisadores, como André Voisin cita que já no período de 1960 e 1970, na Europa, produtos vegetais eram consumidos pela população contendo: - Quatro vezes mais de potássio. - Duas vezes mais de fósforo. - A metade do magnésio. - Seis vezes menos de sódio. - Três vezes menos de cobre, do que cem anos atrás, sem falar das modificações da composição orgânica. Hoje, vemos a população doente, vítimas da "fome oculta", com doenças resistentes aos mais fortes antibióticos, muitas delas "incuráveis". Os médicos se sentem impossibilitados de exercerem a sua função. O nutricionista, fica impossibilitado de prescrever uma dieta, pois os alimentos não dispõem dos nutrientes que deveriam ter. Os casais com dificuldades para terem filhos; doenças como hipertensão encontradas em jovens; a duração da vida humana cada vez mais comprometida. Perguntamos: Não estaremos nós, procurando corrigir o efeito, onde deveríamos eliminar a causa que está no solo? As nossas doenças, são conseqüências de uma má alimentação. Um ser vivo bem nutrido, está imunizado de qualquer doença.
3.1 - ROCHAS
Quando observamos o perfil de um solo até chegar a rocha-mãe, notamos e acompanhamos todas as fases de formação desse solo. Vemos a rocha-mãe ainda sem está intemperizada; logo acima temos uma faixa de blocos que já foram desagregados da rocha-mãe, mas ainda mantém as características originais; à medida que subimos no perfil os fragmentos vão se tornando menores e perdendo as características originais, esse processo vai continuando até chegar ao solo propriamente dito, onde não resta quase nada da rocha, o teor de matéria orgânica aumenta e as microvidas deveriam ser máximas. Em solos do semi-árido de pouca espessura fizemos diversas trincheiras em roças de milho, feijão e algodão, pois observamos por mais de vinte anos, que esses solos eram plantados, mantinham índices de produção muito altos, nunca foram adubados, as pragas e doenças quase inexistentes. Por que isso acontece? Quando o costume nos outros locais, é de todos os anos se colocar fertilizantes nos solos. Fizemos várias trincheiras em diversas roças, observamos o perfil do solo, e constatamos com surpresa, que as culturas percorriam com suas raízes toda faixa do solo, se prolongavam até encontrar a parte intemperizada das rochas, que ainda não tinha sido deslocada da rocha original, mas nas fraturas, aproveitando o local de maior fraqueza da rocha e portanto maior facilidade para a cultura de aproveitar a decomposição dos minerais e suprir suas carências. Com essas observações, vimos raízes de milho, feijão
e algodão se prolongarem até 1,80 metros, para alcançar
a fonte de seus alimentos e saciar suas necessidades minerais. Com as constatações obtidas, ficou fácil saber que as rochas poderiam ser fontes restituidoras de nutrientes minerais para o solo, com a possibilidade de se determinar quais tipos de rochas seriam mais aconselháveis para suprir essas necessidades, uma vez que, observava-se a qualidade das culturas associando-a a rocha, de tal modo a tornar os solos produtivos, saudáveis e bem supridos dos componentes minerais.
Podia-se pensar em fornecer os fragmentos grandes de qualquer rocha, mas, e o tempo e a necessidade de quais minerais? Os constituintes químicos da rocha, satisfaz as exigências do solo e da planta? Desses questionamentos, temos como certeza que quanto mais fina a rocha for fragmentada, mais breve será sua decomposição, uma vez que aumentou a superfície de contato de seus componentes com os constituintes do solo, microorganismos, etc.; um outro fator de suma importância, é suprir o solo com rochas finamente fragmentadas que tenham uma composição química muito diversificada e variada, pois cada microvida do solo, necessita de um determinado elemento para produzir seu alimento e em conseqüência produzir uma enzima ou um outro produto orgânico de interesse da planta.
Rochas como serpentinito temos no Piauí, Rio Grande do Norte, Roraima, Alagoas, Pernambuco, Bahia, Goiás, Minas Gerais, Rio Grande do Sul. Anfibolitos - Piauí, Pernambuco, Alagoas, Bahia, Goiás, Minas Gerais. Basalto e diabásio - São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul. Micaxistos - vários estados do nordeste, merecendo grande destaque o Rio Grande do Norte com o micaxisto Seridó. Os estados citados, são de locais de nosso conhecimento, portanto, podem e devem existir outras ocorrências, por nós desconhecidas nesses estados, ou em outros. O aproveitamento das rochas como recuperadora e renovadora dos solos, vai trazer muitas vantagens para o Brasil. Primeiro porque vai melhorar o solo agredido pelas adubações que provocaram grandes desequilíbrios, agressões à Natureza e danos irreparáveis ao homem, cuja vida foi limitada, prejudicada, agredida e usurpada, transformando o seu trabalho e de seus familiares em lucros para multinacionais que lhe davam em compensação, doenças e seqüelas para o resto de suas vidas, pois os agricultores e produtores brasileiros em sua boa fé e por falta de conhecimentos, eram iludidos e incentivados, com falsas promessas, de conseguir resultados rápidos e fantasiosos; vai melhorar a saúde das plantas e em conseqüência dos animais, que delas se alimentarem, pois as culturas estarão sadias e biologicamente completas; o país vai economizar divisas e deixar de ser um consumidor de terceira categoria, pois não sabe nem o que está adquirindo, quanto mais a qualidade. As rochas acima citadas, se bem aproveitadas, irão modificar e resgatar a saúde do solo, das plantas e do homem, além de dar à Natureza o que lhe é de direito, o Solo, que atualmente vem sendo usado, como ferramenta poderosa, pelas empresas multinacionais para auferirem lucros, talvez por não se darem conta, que num futuro não muito distante, só existirá essas empresas, verdadeiras potências mundiais de acionistas muito ricos, e doentes incuráveis. É ESTA A SITUAÇÃO ATUAL DA HUMANIDADE!
Atualmente, a necessidade de recuperar os solos empobrecidos, desequilibrados e que perderam seus constituintes minerais, fez com que os homens entendessem que a única maneira fácil, segura, econômica, ecológica e capaz de restituir ao solo todas as características minerais originais, são as farinhas de rochas. Um problema tão simples, tão lógico, tão prático e tão fácil de ser solucionado. O homem já usava calcário agrícola há séculos, no Brasil há uns cinqüenta ou sessenta anos em algumas regiões, em outras, está iniciando agora, ainda com muita resistência e causando muita admiração; foram ensinados a procurar soluções difíceis, caras, incompletas, poluentes, agressivas ao meio ambiente que levam benefícios a uns poucos, e trazem o empobrecimento do solo e a falência e endividamento do agricultor, a tal ponto de vender suas terras para poder pagar os compromissos adquiridos com a compra de fertilizantes químicos solúveis e seus acompanhantes de efeitos programados e dirigidos para carrear todos recursos em um único sentido e direção, às multinacionais conhecedoras das conseqüências, mas que avolumam seus lucros inescrupulosamente continuam iludindo aos que ainda desconhecem o abismo que está à sua frente, por desconhecimento, por ignorância. 4.1 - COMO PRODUZIR UMA BOA FARINHA O objetivo é conseguir um produto de baixo custo de produção
e uma qualidade que venha a atender às necessidades e exigências
do solo. Como foi relatado anteriormente, as melhores rochas para fazer recuperação de solos são as rochas básicas, ultrabásicas. São ricas em minerais ferromagnesianos e ricas em micronutrientes de grande valor para os solos, para as plantas e para os animais. Outras rochas como granito por exemplo, tem uma variedade bem grande de minerais e nutrientes, mas na moagem trará muitos desgastes nos equipamentos devido ter uma quantidade grande de quartzo, mineral de alta dureza e por isso, elevará muito os custos de produção. Além disso, o quartzo é de difícil decomposição. Porém, nos locais onde existe teares para serragem de blocos de granitos, pode-se aproveitar o resíduo em pó para servir como farinha de rocha. Nas britagens de granito para construção civil, pode-se aproveitar o pó da brita para melhorar o solo, não é uma solução que dá resultados imediatos, pois a granulometria não é ideal, mas traz com o tempo benefícios surpreendentes. E isto se consegue com um baixo, ou sem nenhum custo, porque muitas vezes, a britagem consegue comércio para brita, e o pó é considerado como rejeito; o seu interesse é se livrar dele. As rochas semi-decompostas podem ser derivadas de rochas básicas ou ultrabásicas, mas por estarem semi-decompostas, isto é, já perderam nutrientes que viriam deixar a desejar em solos carentes. O processo de moagem é facilitado; o custo de produção se torna menor, mas a qualidade do produto é inferior. Portanto, existe muitos fatores para se considerar, até se tomar a decisão de se produzir uma farinha de rocha. O que determina o limite de ação de uma usina de moagem e outra, é o frete e os custos de produção, além da qualidade. Muitas vezes, o produto dispõe de uma ótima qualidade, mas fica muito distante do consumidor, o frete inviabiliza a operação e por isso limita o alcance de regiões mais distantes, a não ser que se encontre soluções que viabilizem o transporte. Uma boa farinha de rocha, apresenta uma composição mineralógica bem rica de minerais que tenha facilidade de decomposição; uma composição química diversificada e farta, e uma composição granulométrica progressiva. Não ser toda muito fina, ou muito grossa. Dispor de frações finas, médias e mais grossas, pois elas se decomporão progressivamente com o passar do tempo, e as exigências do solo e das culturas. Os elementos serão liberados pausadamente sem agressões às microvidas existentes, trazendo equilíbrio, fertilidade para o solo, e saúde para as plantas que crescerão biologicamente completas e servirão de alimento altamente nutritivos para os animais.
É melhor se pensar num início pequeno e seguro, e depois crescer com segurança. Uma boa maneira é se projetar por módulos. Vai-se aumentando por módulo; cada vez que toma-se a decisão de ampliar, acrescenta-se um módulo. Não deve-se pensar em usinas de moagem grandes, aqueles que não tiverem experiência, limite-se a fazer uma moagem pequena e de boa qualidade. Dentro da empresa temos três fases bem distintas e importantes: 1 - Extração 2 - Transporte 3 - Usina de moagem 1 - A extração - nesta fase usamos como equipamentos: compressores e perfuratrizes. Depois de feita a furação da bancada, é efetuado o carregamento das minas com explosivo, para se fazer o desmonte da rocha. Esta fase é muito importante, e deve está muito bem dimensionada, para não prejudicar as outras fases seguintes. A extração deve está sempre à frente do transporte e da moagem e manter um estoque de prontidão para possível quebra de um equipamento da extração, e não paralisação das fases seguintes. Reduzir o máximo possível o consumo de explosivo, mas sempre preocupado em não produzir blocos grandes, que darão outras despesas de novas perfurações e novas cargas de explosivos e nem prejudicar as fases seguintes com frações superdimensionadas. 2 - Transporte - é a segunda fase da operação, tem de estar dimensionada para receber em tamanho, a produção da extração e condizente com as especificações da fase seguinte, que é a moagem. O transporte é feito com dois equipamentos: as enchedeiras ou
carregadeiras e as caçambas basculantes. As carregadeiras apanham
a rocha no pé da bancada e colocam nas caçambas que levam
até a fase seguinte. 3 - Usina de moagem - esta fase se subdivide em duas outras, a britagem e a moagem. A britagem é uma fase onde se reduz o tamanho dos blocos de rochas, vindos da extração de maneira a torná-los menores e adequados à moagem. É portanto, uma fase intermediária entre o transporte e a moagem propriamente dita. Deve ser projetada com capacidade superior à moagem e deve haver sempre uma pilha pulmão antes da fase seguinte. Os equipamentos da britagem são: alimentador, britador, peneira, rebritador e correia transportadora. O alimentador recebe o material vindo da extração e alimenta o britador de acordo com as necessidades, o britador efetua seu trabalho fragmentando os blocos de rochas para fragmentos menores, que alimenta a peneira vibratória, a qual classifica o material vindo do britador, seleciona os fragmentos menores enviando para a correia transportadora e os maiores para o rebritador, que serão reduzidos e conduzidos para a correia transportadora que leva todo produto até a pilha pulmão. A moagem é a fase final. Deve está bem projetada e condizente com o que se quer obter. Pode ter como equipamento somente moinho de martelos. Ou ser mais bem equipada e ter além de moinhos de martelos, ter peneiras classificadoras, moinhos de bolas, moinhos de pêndulo, separadores de pó, etc. Vai depender muito do produto ou dos produtos que se quer obter, visando e tentando conciliar custo e qualidade. Um produto de boa qualidade deve apresentar todos os requisitos relatados anteriormente. A energia necessária para atuar nas diversas fases da operação, deve ser a mais barata, a mais farta e mais acessível.
A FARINHA DE ROCHA MB-4 A farinha de rocha MB-4, é o resultado final de várias pesquisas, que culminaram com a criação de um produto maravilhoso e para alguns, quase milagroso, devido aos resultados que apresenta tão surpreendentes, nas plantas, nos animais, inclusive o homem. São resultados tão espetaculares e fantásticos, que algumas vezes chegamos a pensar, que as ciências agrárias e médicas, enveredaram por um caminho errado. Sabemos que é um exagero, mas o que vemos com o MB-4, é a porta de entrada para grandes campos de pesquisas, nas ciências agrárias e nas ciências médicas. O MB-4 foi pesquisado e desenvolvido pelo corpo técnico da empresa Mineração Barreto S.A. - MIBASA - Empresa genuinamente nacional, com sede na cidade de Arapiraca - AL, especializada em produtos naturais, que vê na Natureza uma Enciclopédia da Vida e dela tira lições para reconstruir o meio ambiente, agredido pelo seu hóspede mais rebelde o "homem". As pesquisas para o aproveitamento das rochas na agricultura foram iniciadas em 1985. Com a seleção das mesmas, de acordo com os seus constituintes minerais, e levando-se em conta os resultados obtidos nas culturas que eram plantadas sobre os solos das respectivas rochas, constatou-se que os solos da região, apesar de pouco espessos e nunca terem sido adubados, mantinham alta produtividade. Dessa observação passamos a pesquisar por que acontecia
isto só naquela região. Fizemos com consentimento dos donos
das roças, trincheiras nas mais bonitas, e observamos que as lavouras
atravessavam com suas raízes a camada de solo e penetravam na parte
intemperizada da rocha, onde encontravam seus nutrientes. Estava aí
a explicação porque as lavouras produziam por tanto tempo
sem adubo. As pesquisas continuaram e foi determinado quais tipos de rochas,
que as plantas davam melhor resposta.
Iremos apresentar aqui um resumo da geologia da região, as principais
rochas encontradas e processos genéticos que se desenvolveram,
segundo trabalho realizado pelo geólogo Mário Farina, profundo
conhecedor e estudioso da geologia da área. SiO2 - 69,7% Os anfibolitos são rochas de coloração escura, tendendo
ao negro, de granulação média ou grosseira, tendo
como mineral predominante a hornblenda, aparecendo secundariamente plagioclasio,
quartzo, granada. Com menor freqüência aparece biotita, magnetita,
titanita, apatita, zirconita. SiO2 - 36,00% Os processos genéticos que atuaram na região foram agrupados
em quatro fases distintas: fase sedimentar, fase metamórfica regional
progressiva, fase metamórfica regressiva (diaftorese) e fase supergênica. Fase metamórfica regressiva (diaftorese), nela tivemos a formação
dos serpentinitos, os talcititos com os minerais antigorita, talco, clorita. 5.2 - AS ROCHAS QUE COMPÕEM O MB-4 O MB-4 foi desenvolvido usando a mistura de dois tipos de rochas, que
depois de experimentadas exaustivamente, foram selecionadas e testadas
em vários tipos de solos, comprovando a sua eficiência como
recuperador, melhorador e rejuvenescedor dos solos. Perda ao fogo 1000 oC - 9,45% LAGO DA IMBURANA O serpentinito apresenta a seguinte composição média:
O MB-4 é composto pelos minerais constituintes das rochas que
lhe dão origem. São as biotitas, os feldspatos, a antigorita,
talco, clorita, quartzo. Óxidos de ferro, de manganês, de
titânio e outros em proporções menores, cristalizados
sob diversas formas encontra-se minerais como sulfetos de zinco e cobre.
Os silicatos são os mais abundantes e têm maior influência
no solo. Sílica em (SiO2) - 39,73% A granulometria do MB-4 foi especialmente desenvolvida com a finalidade de oferecer o melhor para o solo. De tal modo, a dar os nutrientes do produto de maneira a atender as necessidades das plantas, por um período mais duradouro e reduzir as perdas por lixiviação. Não podemos dizer que conseguimos a granulometria ideal, o processo
de estudo é evolutivo, poderemos num futuro próximo, encontrar
equipamentos que ofereçam opções melhores, e portanto,
teremos que aperfeiçoá-la. Entre peneiras número 10 e 20 - 2%
A maneira ideal de colocar o MB-4 à disposição das plantas, é espalhando em área total e depois fazendo-se a incorporação ao solo. Com essa operação se obtêm a segurança de que o produto preencheu todas as necessidades. A quantidade ideal é de difícil estimativa, pois depende muito das carências minerais locais, porém deve-se tomar por base, a quantidade de 2 toneladas por hectare. Não podemos exagerar e no mesmo ano colocar quantidades grandes por hectare com o intuito de se querer obter resultados rápidos, pois poderá estar incorrendo em agressão às microvidas ali existentes. É preferível colocar em dosagens menores e continuadas. A finalidade de espalhar em toda área e fazer a incorporação, é permitir o aumento da superfície de contato entre o MB-4 e o maior volume de solo possível, de modo a levar o produto ao alcance das raízes, favorecendo o contato delas com os nutrientes liberados. É uma operação realmente trabalhosa, que envolve equipamentos e custos mais elevados, mas é compensador, porque reduzirá custos futuros em combates a pragas e doenças, obterá maior produção, melhor qualidade biológica da cultura, que é o mais importante. O contrário do que se faz atualmente, valoriza-se a produção em detrimento da qualidade biológica. Foi aplicado em testes experimentais no sulco, reduzindo a quantidade em 50% e obteve-se bons resultados. Outras maneiras de aplicar têm sido utilizadas procurando reduzir custos e facilitar em relação às culturas plantadas, como: na cova (em contato direto com a semente), na projeção da copa, em culturas permanentes, como fruteiras, calcula-se a área e a quantidade equivalente, proporcional a 2 toneladas por hectare. A grande necessidade de certos minerais para a saúde das plantas e dos animais, faz com que essa preocupação se estenda até o solo, que é onde está o início da vida vegetal e animal. Aqui, teceremos comentários sobre alguns desses elementos que julgamos oportuno para posteriormente nos aprofundarmos em maiores detalhes. O magnésio está contido no MB-4 sob a forma de silicato e em menor quantidade de carbonato. Representa um total que pode variar de 17 a 19% de óxido de magnésio. É um elemento de grande importância para a vida e conseqüentemente de grande necessidade nos solos. Atualmente, não se dá o valor devido ao magnésio, talvez por representar em torno de 2,5% da crosta terrestre e portanto, muito comum, não desperta grandes interesses comerciais e por isso é relegado a segundo plano. As conseqüências por esse desprezo dado, vai se refletir em prejuízos futuros em colheitas e na vida animal. A deficiência de magnésio no solo foi ampliada pela altas dosagens de fertilizantes químicos solúveis, principalmente os adubos potássicos e os nitrogenados amoniacais. Outros fatores influem no aproveitamento do magnésio no solo, como clima, umidade e grande quantidade do íon cálcio. O ferro é ofertado ao solo sob a forma de óxido e está
presente no MB-4 na proporção de 6 a 8%. Tem um significado
grande para a vida principalmente a animal. Os solos arenosos são
muito carentes. O silício é fornecido ao solo pelo MB-4 como silicato e sua presença no produto é a alta cifra de 39 a 48% em SiO2. É um outro elemento que não teve o devido valor merecido, no entanto, atualmente indica-se muito prudentemente colocá-lo no merecido local. Tem grande importância no solo, nas plantas e nos animais. O silício nos solos tropicais com pH entre 4,0 e 4,5 é solubilizado muito rapidamente e juntando-se ao ferro, forma as concreções lateríticas. Este processo é bem observado nas argilas montmoriloníticas que ao perderem silício, transformam-se em caulinita mais gibsita. O processo é reversível, com a aplicação do MB-4; a sílica do silicato de magnésio é liberada e é invertida a reação. Nos solos argilosos esse fenômeno é muito observado e constata-se com muita evidência o desenvolvimento radicular das plantas, que parecem adquirirem mais força para penetrar o solo compactado. O cálcio é um dos elementos mais ricos na crosta terrestre atingindo 3,5% do total. No MB-4 está presente sob a forma de carbonato e silicato de cálcio. Tem seu lugar de destaque recebendo a merecida importância que tem para as plantas e para os animais. Compõe o MB-4 na proporção de 1,5 a 4%. O fósforo e o potássio, dois importantes minerais para o solo para as plantas e para os animais. No entanto, é atribuído um valor muito alto nas adubações, são colocados sob forma altamente solúveis e em quantidades elevadas e juntos ao nitrogênio formam o que a ciência agronômica atual chama de macros elementos primários. Não ficam dúvidas no que diz respeito a quantidade que entra na constituição e a necessidade das plantas, mas a fórmula e a quantidade quando aplicados, deixam a desejar e consideramos o ato de maior agressão à natureza neste século. A grande proeza e a coroa de louros ficam para as multinacionais, que tiraram proveito e sem medir as conseqüências, arquitetaram seus planos com a única finalidade, conseguir lucros custe o que custar. Esta agressão, não é somente uma ofensa à Natureza, é responsável também pelas doenças e pragas na agricultura, as doenças nos animais e principalmente no homem. As mortes de seres humanos, causadas por essa agressão, é maior que se juntássemos os mortos de todas as guerras juntas. Sem contar os milhões de miseráveis que deixou depois de sugar o último centavo. É vergonhoso que no final do século XX, os países considerados do primeiro mundo, países desenvolvidos, ainda estejam sendo iludidos e usem os chamados adubos químicos solúveis, embora em pequena quantidade. Quando será que o homem irá se conscientizar de que é
e será sempre, uma pequena parte da Natureza? E por isso deve se
comportar como tal, observando-a como bom filho, e tirando lições
para usar em benefício próprio. Nota-se que a microvida do solo é intensa e equilibrada. Um experimento em vasos em solo argiloso, foram feitos três tratamentos. Um só com MB-4 (1), o segundo com MB-4 e adubo químico (2) e o terceiro só com adubo químico (3) (da direita para a esquerda). Observa-se bem o feijoeiro com MB-4 em pleno vigor, verde com vagens novas, outras já secas e a planta ainda floreando. Em um outro vaso, o feijoeiro plantado com NPK, aparece já morto atacado por nematóide. As raízes do feijoeiro com MB-4 são fortes, têm o vigor necessário para penetrar o solo e se aprofundar para resistir às intempéries. São longas ramificadas e parecem querer ocupar cada espaço no solo. O feijoeiro com NPK não recebeu a adubação ideal. Ela proporcionou que o nematóide sentindo-se agredido em seu habitat, procurou se defender e atacou a planta. O feijão que recebeu o MB-4 e o adubo químico(2), apresentou uma recuperação comparado ao que recebeu somente adubo químico(3), porém ainda apresentou nematóide, mostrou um desenvolvimento radicular melhor que (3) (Foto - 2).
Analisando o fenômeno acima, podemos fazer observações que nos servirão para completar futuras conclusões. O nematóide atacou as plantas que levaram adubo químico; já que o solo foi o mesmo, então o produto MB-4 deve dispor de algo que não contrariou ou prejudicou ou mesmo ajudou a vida do nematóide. Do modo que vemos, não conseguimos enxergar os outros seres vivos como pragas, porque são ameaçados em suas vidas, tem mesmo é que se defender! Nós os humanos, quando somos ameaçados, procuramos nos defender e agredimos quem nos ataca. Não procuramos encontrar a causa e o por que estamos sendo ameaçados. Tentamos corrigir um dos efeitos, quando se corrigíssemos a causa, seria muito mais fácil. Bastávamos procurar lições na mãe Natureza
e teríamos a solução para tudo. Mostramos na foto número 3 um vaso com soja, onde foi usado só o MB-4. Observar as raízes confirmando a idéia de solo bem nutrido, a planta é sadia e apresenta sistema radicular desenvolvido e sem ataque dos seres vivos, que denominamos desdenhosamente de pragas. SOJA CULTIVADA COM MB-4 O equilíbrio mineral do solo é o responsável por toda saúde da planta, dos animais, inclusive o homem. Não existe doença na planta, ou no animal, inclusive no homem, que não esteja relacionada a uma deficiência mineral do solo.
Quando o solo dispõe dos minerais necessários de matéria orgânica e portanto de uma microvida bem equilibrada, os vegetais têm uma vida sem doenças nem pragas. Como já foi dito, a doença está associada a uma deficiência mineral do solo. O que levaria a se pensar, vão existir doenças comuns a uma região, diferente de outras, mas o que vemos atualmente são doenças das mais variadas e diversificadas possíveis, freqüentes, resistentes e comuns em todas as regiões do mundo, só diferenciando-se pela incidência com que aparecem, uns locais mais e outros menos (nos países ditos mais evoluídos). Este assunto trataremos com mais profundidade oportunamente. O MB-4 vem apresentando ótimos resultados como fornecedor de nutrientes minerais para a planta. Foi experimentado em vários tipos de solos, como supridor de macros e micronutrientes. Vem sendo usado de diversas maneiras, em área total, no sulco, na projeção da copa, na cova. A quantidade usada é de 2 toneladas por hectare, espalhado em área total e depois incorporado ao solo. No sulco, aconselhamos colocar o equivalente a 1 tonelada por hectare. Não importa a semente ficar em contato com o produto. Os agricultores têm utilizado o MB-4 em fruticultura de ciclo curto, na cova e também na folha como adubação foliar. Como adubação foliar, eles colocam 10 kg de MB-4 em 100 litros de água, deixam durante 15 dias, depois filtram com um pano e aplicam pulverizando, quinzenalmente. Este processo tem apresentado ótimos resultados, em melão, na região de Petrolina-PE. O MB-4 atualmente, é comercializado a granel e ensacado em sacos plástico valvulado de 50 kg. Ainda não é comercializado o MB-4 líquido ou CM-1, mas aplicado em hortas apresentou ótimo resultado. Com o MB-4 preparamos um biofertilizante, que em homenagem a Adoniel Amparo, pesquisador, grande lutador pelo progresso e difusão da agricultura ecológica, demos o nome de AD-1. É usado com grande sucesso em fruticultura. Abaixo, apresentamos a composição e a maneira de preparar: Ingredientes para recipiente de 100 litros: 1 - 25 kg de esterco fresco; 2 - 3 kg de MB-4; 4 - 4 litros de leite; 5 - Aproximadamente 70 litros d'água. Preparação: (Biofertilizante aeróbico) Coloca-se o esterco no vaso aberto, 1kg de açúcar, 1 litro de leite e uns quarenta litros d'água; depois a cada 3 dias coloca-se 1 kg de MB-4, 1 kg de açúcar, 1 litro de leite. Colocados os últimos ingredientes, 12 dias depois, portanto, completa-se o restante do vaso com água. Deve-se todos os dias, agitar o fermentado para homogeneizar o produto. A finalidade de adicionarmos leite e açúcar é para acelerar o processo de fermentação. O biofertilizante ficará pronto após uns 30 dias. No Nordeste do Brasil, onde a temperatura ambiente é alta, o tempo é reduzido para 15 a 20 dias. A dosagem recomendada é de 200 ml para cada 20 litros de água. Como fazer um bom composto: Ingredientes: 2 - Esterco bovino 3 - MB-4 4 - AD - 1 5 - Água Modo de preparar: Fazer uma camada de restos vegetais de uns 20 cm de altura e 3,6 metros de largura. O comprimento vai depender da quantidade de restos vegetais disponível. Concluída esta fase, pulverizar com AD - 1 e colocar 500 gramas por metro quadrado de MB-4 espalhado em toda superfície do composto. Fazer uma segunda camada sobre a primeira, de uns 5 cm de esterco, dando uma nova pulverização com AD-1 em toda extensão do composto. Faz uma nova camada de 20 cm de altura, de restos vegetais, sobre a última, não esquecendo de pulverizar com AD-1 e colocar o MB-4. Esta alternância de camadas deve se repetir até uma altura máxima de 2 metros. Atingido a altura desejada, molhar o composto sem encharcar e depois cobrir com palha ou plástico. Não deixar o composto atingir a temperatura de 70 graus centígrados.
Com uma barra de ferro introduzida até chegar a primeira camada
e verificar, se suportar o calor com a mão está bom, se
não suportar, resfriar com água. Caso esteja fria, comprova
que a reação de decomposição dos restos vegetais
não está se processando. Neste caso, tem de repetir a operação
de formação do composto. Os resultados obtidos com o uso do MB-4 em diversas culturas, têm sido surpreendentes, porém se nota uma certa resistência dos técnicos em se convencer de que a agricultura correta, ecológica, que está de acordo com os princípios da vida, é de suprir as necessidades dos solos com o pó da rocha, a fonte originadora inicial. Mas temos certeza de que no alto da responsabilidade, se comprometeram em juramento, em tudo fazer para exercer sua profissão com dignidade e altivez, sempre com intuito de beneficiar e preservar a vida, irão, capacitados que são, pesquisar e comprovar o que estamos afirmando, uma vez sabendo, que a sua profissão de responsabilidade igual à do médico, lida, e é responsável pela saúde dos homens, tudo farão para oferecer o que é melhor para a saúde e a manutenção da vida na terra. A seguir apresentaremos alguns resultados experimentais em algumas culturas, inclusive com alguns dados industriais, que servirão de subsídios para futuras observações: Na cultura da cana, foi obtido aumento na produção agrícola de 43% e na produção industrial de 18%. Isso seria o mesmo que dizer aumentou a produção de açúcar em 70%. Foi um resultado altamente expressivo. No plantio de uva Itália, obtivemos um aumento de produção de 33 %, além do custo para aquisição dos insumos ser inferior. No plantio de arroz irrigado foi obtido um aumento de produção de 20%. Foi observado um aumento de fósforo no solo, após a aplicação do MB-4, depois da colheita. No plantio de feijão obteve-se um aumento de produção de 58%. No plantio de abacaxi obteve-se frutos com peso médio maior e percentual de frutos com peso maior que 1.400 gramas. Observa-se, quando trabalhamos com MB-4, que os produtos colhidos são mais densos e apresentam características diferentes, comparados aos produzidos com adubação química, os fertilizantes solúveis. Por exemplo, o coentro com o MB-4 é mais verde e tem um cheiro mais forte. A beterraba e a cenoura são mais densas e saborosas, quando produzidas com MB-4. Estas observações têm grande importância porque servirão de subsídios para futuras afirmações que iremos fazer. Quando afirmamos que as culturas plantadas com fertilizantes solúveis são menos densas, estamos dizendo que possuem mais volume, e menos nutrientes, vitaminas, outros compostos orgânicos e sais minerais, produtos que dão a massa. É portanto, uma cultura desequilibrada e sujeita a ataques de pragas e doenças. Um outro fenômeno que foi observado com uso do MB-4, aconteceu em um experimento com cana em um tabuleiro no estado de Sergipe. O solo era arenoso, foram feitos vários tratamentos usando MB-4, e somente um ficou como testemunho tendo só o adubo químico usado na fazenda. Quando a cana ficou no ponto de colheita, os tratamentos que levaram MB-4 não deram pendão. O tratamento que ficou como testemunho e toda a cana da fazenda que tinha adubação igual ao testemunho, apresentou pendão. Como é do conhecimento da ciência agronômica, a cana coloca o pendão quando sofre alguma agressão do clima ou outro fator. Sentindo sua vida ameaçada e desejando preservar sua espécie, a cana lança o pendão como último recurso para manter seus descendentes. Quando isto acontece, o teor de sacarose da cana cai e o prejuízo do produtor é certo. Existe até um provérbio popular que diz: "Cana pendoou, dono de engenho quebrou!" Os tratamentos que receberam o MB-4 não deram o pendão, o que demonstra que a cultura não sentiu ameaçada a sobrevivência da sua espécie. O solo dos tratamentos com MB-4, continham algo que faltava ao solo do testemunho. Então, o que ocorre na cana pendoar é uma deficiência nutricional nos solos e em conseqüência na planta. (Fotos 4 e 5).
Mas, os animais que estão fechando a cadeia alimentar já estão sentindo as conseqüências, gravíssimas por sinal, e é necessário que os técnicos e todos que estão ligados a agricultura se conscientizem da gravidade da situação e tomem providências enquanto é tempo. A agricultura tem uma importância fundamental no prosseguimento da vida e todos os que lidam com ela, principalmente os técnicos, têm conhecimento dos efeitos negativos produzidos pelos fertilizantes solúveis que foram criados para aumentar a produção, mas que não se pensou nas agressões à Natureza. Não podemos pensar como indivíduo, temos de pensar como parte de um conjunto. O que pode ser bom para uma parte do conjunto, não significa dizer que é bom para todo conjunto. A Natureza não castiga, apenas reage, dá um grito de dor, apresentando uma doença, e faz com que a observemos, para encontrar o remédio e voltar para o caminho do qual nunca deveríamos ter saído. 5.5 - O MB-4 E OS ANIMAIS Apesar do MB-4 ser um produto resultante de rochas trituradas, mas sabendo, que os solos e conseqüentemente os vegetais, estão carentes de constituintes minerais, resolvemos fazer alguns experimentos simples que talvez não tenham algum valor científico, mas servirão para abrir novos horizontes de pesquisas, de modo a demonstrar as nossas constatações que por certo trarão muitas dúvidas, necessitadas de comprovação. Como o homem é considerado um animal racional, nos referiremos neste item somente aos irracionais, e posteriormente falaremos das observações efetuadas com o ser humano. Queremos deixar bem claro, que não somos autoridades no assunto, apenas queremos mostrar o que observamos nos três reinos, que coincidentemente apresentaram reações idênticas, próprias a cada reino. Campestre, é o nome dado a vila operária da Mineração Barreto S.A. no município de Jaramataia - AL. onde se encontra a jazida das rochas do MB-4. É um local calmo, onde encontramos contrastando a cor amarela, cor da seca, o verde exuberante das Algarobas, que nos recebe como que nos abraçando envolventemente, nos dando as boas vindas e dizendo, estás num local onde reina a paz e se busca a saúde. Lá, parece contrastar com o restante do mundo, onde os casais não necessitam do auxílio médico para produzir um filho; as roças onde são plantadas as lavouras, nunca receberam adubação química, os moradores da vila plantavam milho, feijão e algodão, e usavam o milho e o feijão para a alimentação. Nos trinta anos de convivência, não conseguimos lembrar de algum morador da vila, moço ou velho, com dores reumáticas, pedras nos rins, doenças do coração. Nos meses de abril e maio era freqüente o nascimento de crianças, justo nos meses de mais chuvas, quando as estradas de barro, estavam quase intransitáveis e eram feitas verdadeiras corridas à noite, a fim de levar a gestante para a maternidade. Em 1987, tivemos a honra de conhecermos e recebermos a visita do naturalista Edson Hiroshi Seo, que ao conhecer o Campestre e deparar-se com um rebanho de ovelhas que passava bem atrás, vinha uma ovelha e quatro borregos (carneirinhos novos), perguntou se os carneirinhos eram enjeitados. Ficou surpreso com a resposta quando foi informado que os quatro borreguinhos eram filhos da ovelha, de uma única parição e que amamentava os quatro. De tão perplexo que ficou, fez outras indagações, perguntou se era freqüente aquele fato e foi informado que não era tão comum, mas de vez em quando acontecia. Parições de três borregos são comuns. A média nacional é de 1,7 borregos por parição enquanto em Campestre é de 2,5 por parição. Em palestra proferida em Arapiraca-AL. o professor Hiroshi falou sobre o que tinha observado em Campestre, sobre a fertilidade das ovelhas e o porquê isso acontecia. Disse ele, que as ovelhas se alimentavam das plantas bem nutridas com os solos das rochas do MB-4 e por isso ficavam mais férteis e com disponibilidade de amamentar quatro borregos e mantê-los bem nutridos. Meses depois, fomos sabedores, que um dos ouvintes da palestra do professor Hiroshi, admirado do que acontecia com as ovelhas de Campestre, contou o fato para a esposa, que recentemente havia sido desenganada do médico de que não poderia ter mais filhos. A esposa sabedora que o marido comprara uma carrada de MB-4 e que se encontrava na garagem da casa, foi sem o consentimento do marido, colocou uma colher de chá de MB-4 num copo com água, agitou e tomou. Um mês depois, foi ao médico e foi constatado que estava grávida, e que isso se devia ao efeito da mente, a vontade de ter mais um filho era muito forte. A senhora ao sair do consultório com o marido, contou o ocorrido. A menina nascida é muito sadia e sapeca. Conhecendo o que acontece com as ovelhas, fomos informados que um criador de bodes em Sergipe, estava com a perda de quase cem por cento dos filhotes recém-nascidos. Aconselhamos colocar MB-4 na água que os bodes bebiam. A mortalidade foi reduzindo até chegar aos padrões normais. Temos indicado para colocar o MB-4 na proporção de dois quilos de sal grosso para meio quilo de MB-4 no cocho, para o gado lamber, como complemento mineral e tem suprido com vantagens sobre os sais minerais encontrados no comércio. No final do verão de 1995, nos arredores do Campestre a seca fez secar os açudes e um dos proprietários da região, tem umas vaquinhas leiteiras, cujo leite vende numa fábrica próxima. O proprietário das vaquinhas, pediu consentimento para dar da água que brota das rochas que produz o MB-4, esta água que chamamos de MB-4 líquido, ou CM-1. A permissão foi dada. Dias depois, fomos sabedores, que o leite entregue pelo proprietário das vacas, estava causando surpresa na fábrica, pois sempre o leite trazido era de baixa qualidade e de repente, sem explicação, passou a ter excelente teor de gordura. Meses depois chegou o inverno. Os açudes encheram e as vacas, voltaram a tomar a antiga água e a dar o leite de péssima qualidade. O mesmo fenômeno foi comprovado por várias pessoas que adicionaram um pouco de MB-4 à ração de vacas leiteiras. A seguir relataremos um experimento que fizemos com pintos, frangos, galinhas e ovos: INÍCIO DO EXPERIMENTO: - 02/10/87 O experimento foi feito com 12 pintos de 1 dia. Foi dividido em dois lotes de 6 pintos cada. Cada lote pesou 298 gramas. Um dos lotes irá ser alimentado com a ração inicial (convencional) e outro com a ração inicial (convencional) mais 5% de MB-4, do peso da ração. LOTE - 1 - MB-4 LOTE - 2 - TESTEMUNHO
De cada lote foi tirado 3 galinhas e um frango para servir de galo para vermos a postura. As demais aves foram abatidas. Notou-se os ossos mais duros e a carne mais saborosa das aves do lote - 1. O experimento teve continuidade e no dia 07/02/88 uma galinha do lote -1 pôs o primeiro ovo, portanto 19 semanas e 2 dias. No dia 08/02/88 uma galinha do lote - 2 pôs o primeiro ovo, 19 semanas e 3 dias do início. No dia 14/07/89 foi feito a soma dos ovos e tivemos o seguinte resultado: Lote - 1 - 1.054 ovos Lote - 2 - 588 ovos Aumento do lote - 1 > lote - 2 = 79,25 % Dando continuidade aos experimentos, resolvemos dar o MB-4 também ao lote-2, no dia 14/07/89 e no dia 27/12/89 foi contado os ovos, dando o resultado seguinte: Lote - 1 - 192 ovos Lote - 2 - 191 ovos Donde se conclui a eficiência do MB-4 na recuperação da postura. Durante o período de postura das galinhas, colocamos ovos para chocar de cada lote e conseguimos as galinhas filhas; com elas obtivemos os seguintes resultados: Os pintos filhos nasceram no dia 05/07/88. Início postura lote -1 - 09/11/88 Início postura lote - 2 - 01/11/88 Resultado do experimento com galinhas filhas, em 27/12/89: Lote - 1 - 821 ovos; Lote - 2 - 394 ovos Lote-1 > lote-2 = 108,4% OBSERVAÇÕES: 1 - Na criação de frangos para abate não houve um aumento de peso em relação ao outro lote que justifique o investimento. Porém, tem um fator mais importante que o aumento de peso, a "qualidade" da carne era igual a de galinha de capoeira. Os ossos dos frangos do lote-1, eram mais fortes, a carne mais corada e mais saborosa do que a do lote-2. 2 - Na criação de galinhas de postura, houve um aumento grande de postura do lote-1. Além disso, fizemos uma análise comparativa entre os ovos do lote-1, do lote-2 e ovos de galinha de capoeira. RETINOL - MCG/DL - CAROTENÓIDES - MCG/DL Lote - 1 - 376,3 - 515,5 Lote - 2 - 208,2 - 251,9 Capoeira - 409,4 - 1.882,9
3 - Nota-se com o experimento, que as galinhas do lote-2, que passaram a maior parte da vida sem receber o MB-4, responderam quando já no final da postura foi colocado o mineral à sua disposição. O que significa dizer que o MB-4 tem um poder recuperador que restabeleceu a postura do lote-2. 4 - Notou-se nas galinhas filhas, um aumento de 108.4% do lote-1 em relação ao lote-2, o que vem a comprovar a importância do MB-4, promovendo um aumento ainda maior que nas galinhas mães. Isto ocorreu pelo fato das galinhas mães serem híbridas. Mas serve para demonstrar que o MB-4 tem um poder recuperador sobre filhas de galinhas híbridas. 5 - Também foi notado que os ovos do lote 1 tem a casca mais dura que os ovos das galinhas do lote 2; como também foi constatado que a densidade dos ovos do lote-1 foi maior que a dos ovos do lote-2 e os ovos dos dois lotes tiveram densidades menores que os de capoeira. Destas constatações sobre os efeitos que o solo pode apresentar, sobre os reinos vegetal e animal, podemos ver a importância que devemos dar para a sua conservação e proteção. Ficou visto também a grande capacidade que tem o MB-4 de recuperação do solo e também o seu poder restaurador sobre os animais tratados por ele. Não podemos depredar o solo sob pena de ameaçarmos a vida. O maior patrimônio de uma nação, é o solo. O povo de uma nação que tem um solo conservado, tem saúde! Quando passamos a ver as necessidades minerais no animal e olhamos o boi no cocho a lamber o suplemento mineral, ficamos a pensar: será que vão fornecer as vitaminas, as proteínas, os carbohidratos e tantas outras substâncias orgânicas? Porque não se dá esses sais minerais ao solo? Seria mais econômico e além de tudo, mais natural e portanto mais sadio. Mas, os ensinamentos modernos e naturalmente mais práticos, aconselham isto. Esquecemos no entanto, que por trás desses ensinamentos modernos, existem interesses econômicos muito fortes, que "com argumentos convincentes e confiáveis", fazem com que esses conhecimentos sejam divulgados e o homem que trabalha, que produz, se desdobre em empréstimos a bancos, para conseguir recursos para comprar medicamentos para tratar os mesmos bois que se tornaram doentes pelas carências minerais do solo. Provocadas muitas vezes por adubações químicas, pelo uso de herbicidas, muito comuns em pastagens, onde o pecuarista iludido, pensando estar beneficiando a propriedade e fazendo economia, está agredindo o solo, prejudicando seu rebanho e o mais grave, trazendo prejuízos à população que se alimenta desses animais. A economia que pensou fazer, transformou-se em mais prejuízos, uma vez que o herbicida usado para "combater" as ervas daninhas na pastagem serviu para contaminar os açudes, os rios, trazendo prejuízos incalculáveis e imprevisíveis. Com a mortalidade de animais recém nascidos, o aborto, filhotes nascerem deformados, a dificuldade e demora entre uma cria e outra, são alguns dos prejuízos que o pecuarista está habituado a sofrer e não percebe que está unicamente trabalhando para as multinacionais, e contribuindo muito para a proliferação da miséria. Um outro fato que desejo levar à tona e que venho percebendo o aumento da incidência, é o desamor apresentado pelas mães em relação aos seus filhotes. Este fenômeno, vem se avolumando e já é comum entre os humanos. Nos centros desenvolvidos, tem sido ultimamente noticiado o abandono dos filhos pelas mães, até mesmo o assassinato pelas próprias mães. Este fenômeno, ficou bem evidenciado, numa fazenda, onde os animais tiveram contato com uma pastagem recém tratada com herbicida, o gado que deu cria, apresentou filhotes com deformações no maxilar inferior, a mãe, simplesmente deixou e se afastou como se nada tivesse acontecido. Será que não estaremos nós, os humanos, também participando em menor escala naturalmente? Através da ingestão da carne de animais que pastam nos locais onde foi usado o herbicida. Pode ser também através dos vegetais que nos alimentamos, plantados onde tenha se usado o herbicida. Já que vem acontecendo com tanta freqüência, além disso, é bom que se diga, a atração entre os jovens de sexos opostos está reduzida e merece a atenção. O homem, vem perdendo seu lugar como mais afoito, mais rebelde, mais dominador, mais másculo. As próprias mulheres, reclamam este fato, da perda da masculinidade dos homens. São observações, que podem ser uma preocupação tola, mas se compararmos os casos de homossexualidade na roça e nas cidades, proporcionalmente iremos ter uma surpresa e aumentaremos as nossas suspeitas. Devemos estudar os reinos mineral, vegetal e animal em seqüência. Um, sempre será o prosseguimento do outro. Tratá-los isoladamente é um grande erro e está de encontro às leis da Natureza, onde tudo deve ser tratado como células do mesmo corpo, se uma sofre, todas sofrem e repercute no conjunto. A seguir apresentaremos um assunto que comprovará com mais facilidade de compreensão a importância dos solos, e como estão atualmente agredidos, apresentam os seus efeitos com doenças e pragas na agricultura, e doenças na humanidade, pois todos nós temos atualmente, um amigo, ou um parente que sofre de uma hipertensão, uma gastrite, uma pedra nos rins, ou sofre de estresse.
Antigamente pode-se dizer, que o homem vivia menos. Houve um acréscimo de vida ao homem, talvez auxiliado por melhores condições sociais ou uma outra razão que não vem ao caso no momento. Atualmente, o homem vive mais, embora, sujeito a várias doenças. Antes, as doenças tinham uma zona bem definida de incidência; hoje, vemos as doenças comuns em uma região se alastrando por todo mundo, se modificando, tornando-se comuns a jovens e idosos. Aparecendo doenças "incuráveis", facilmente transmissíveis. Os casais recorrendo a médicos e laboratórios especializados, para poderem ter um filho. Mulheres jovens, moças ainda, recorrendo ao ginecologista, para tratar de útero, ovário, etc. Onde tem mulheres de 80 anos, que nunca foram a um ginecologista. As doenças circulatórias estão avançando de tal modo, que se não houver uma medida urgente, parece que não vai sobrar ninguém. As doenças reumáticas, artroses, artrites, as de coluna, bico de papagaio, e tantas outras, gastrites, úlceras, colites, estresse e mais uma infinidade delas; os médicos se especializando cada vez mais, tentando corrigir o efeito, onde para o agrônomo seria muito mais fácil. Cuidaria do solo, a causa principal de todas essas mazelas. Necessita-se de muita urgência para suprir as necessidades minerais do solo, caso contrário, iremos sem sombra de dúvida, assistir o triste espetáculo do fim da humanidade. O que se faz para o gado colocando o sal mineral no cocho, se faz também com o homem, onde os médicos, são informados pelos representantes de medicamentos dos laboratórios, que, como verdadeiros papagaios, ou robôs, fazem com perfeição o seu trabalho, transmitem o recado dos seus representados, induzindo os médicos a receitar seus produtos, frutos de uma pesquisa dirigida com o intuito único de gerar lucros a qualquer preço, custe o que custar, vidas, não importa, não querem nem saber. As empresas têm de mostrar balanços recheados de lucros, quanto mais, melhor! Até as vitaminas, além dos sais minerais, já estão sendo receitadas. Com muita certeza o ser humano está precisando delas e muito mais. Só que, logo o organismo libera as vitaminas e os sais minerais que lhe foram administrados, a mesma doença, ou outra que tenha a mesma causa, volta a incomodar o indivíduo e volta-se ao médico. Novos medicamentos são receitados, com outros nomes e a história fica a se repetir, até se transformar numa doença mais grave e aquele laboratório perde o cliente anônimo, mas que deu bons lucros. BOA VIAGEM!!!... Quando será que o homem irá compreender, que é uma pequena célula na Natureza? Só para enriquecer o assunto, vamos tratar sobre algumas das propriedades do magnésio, do zinco e cobre, no ser humano, para mostrar a importância desses minerais. As plantas não falam, ou não entendemos o que elas nos transmitem e portanto torna-se mais difícil saber o que elas sentem e por isso, nos deteremos falando das doenças do ser humano, e por ele, estenderemos nossas próprias conclusões sobre o quanto as plantas sofrem, por causa da ganância e incompreensão dos homens: O magnésio faz parte da crosta terrestre e participa com 2,5% da composição total. É portanto, muito comum. É um elemento indispensável a todas as formas de vida. O ser humano adulto, possui de 20 a 28 gramas desse metal. Como nutriente essencial, preenche mais de trezentas funções no organismo humano, como preventivo, tranqüilizante e energético. O magnésio atua nos mais diversos sistemas, prevenindo doenças das mais diversas origens. Age sobre os músculos, sobre o sistema circulatório, tem ação sobre os ossos e articulações. Nessas áreas, atua sobre doenças cardíacas, como enfartes do miocárdio, evita a hipertensão, ativa o metabolismo do açúcar e da gordura, evitando ou reduzindo as complicações com diabetes. Evita a fadiga muscular e física, cãibras, trombose, embolias, artroses, bursites, cálculos renais, é preventivo de enxaquecas, anti-alérgico e evita a prisão de ventre. É considerado o tranqüilizante da Natureza. O magnésio é elemento estabilizador do sistema nervoso, evitando angústia, ansiedade, fadiga mental e muscular. É parte integrante na fabricação de várias enzimas, participa na duplicação do DNA e RNA. Ativa as funções sexuais. A vida moderna, o alcoolismo, o tabagismo, induz o indivíduo a necessitar de mais magnésio. A necessidade de magnésio no ser humano depende da idade e do sexo. Varia entre 250 a 450 mg/dia. Não sabemos por qual motivo não são feitos exames de laboratórios, para se detectar a carência de magnésio no sangue, já que é importante para o homem e é tão utilizado pelo organismo? Muitos enfartes fatais e derrames ou AVC poderiam ser evitados. Atualmente, já se consegue na internet, a divulgação de trabalhos científicos feitos no Canadá, Suécia, Estados Unidos da América, tratando sobre a importância do magnésio na água de beber e seus efeitos nos enfartes do miocárdio, no AVC, na hipertensão. Saber a importância do magnésio no ser humano, não podemos dizer que é um assunto tão novo, que já em 1977, Aubert citava em suas pesquisas que o teor de magnésio no soro sangüíneo, anormalmente fraco, causava convulsões. Como também não é novo saber, que os vegetais que consumimos, estão reduzidos em mais de 50% do total, que deveriam conter, pois Voisin (1915) eminente médico veterinário francês, já escrevia sobre o assunto. Do que foi exposto, podemos ver a grande importância que têm os minerais para o ser vivo, extensivamente podemos ver a necessidade que tem o solo, em conter esses elementos e serem protegidos de tal modo, a tornar esses minerais, disponíveis para os vegetais. Não consideramos também novidade saber, que as adubações químicas, ricas em potássio, são responsáveis pela redução da absorção do magnésio, pelas plantas. O MB-4 tem em sua composição, em torno de 17 a 19% de MgO daí, a sua importância para o solo. O zinco é um metal de muita importância para os seres vivos. Recentes pesquisas vêm comprovando os efeitos do elemento no organismo humano, dada sua ação preventiva contra distúrbios das funções sexuais, sobretudo da próstata. É responsável pela ativação de muitas funções mentais, que tendem a ser reduzidas com a idade. É usado como preventivo do colesterol, age no crescimento, atua como cicatrizante. Tem ação na fragilidade das unhas, estrias do abdome e das coxas. Tem grande importância na regularização do ciclo menstrual. O zinco é componente de várias enzimas que catalisam funções metabólicas muito importantes. Tem ação na velocidade de cicatrização de ferimentos e melhoras de crescimento, apetite, acuidade do paladar e olfato. A deficiência de zinco se manifesta pelo retardo do crescimento, lesões cutâneas, retardo na maturação sexual e baixa imunidade. A queda dos níveis de zinco entre os idosos, pode ser o responsável por uma das principais causas de cegueira, além de exercer influência sobre a queda do sistema imunológico, daí a fragilidade dos que estão nessa fase da vida, porque seus organismos não dispõem mais da mesma capacidade de absorver os nutrientes. Ao zinco também é atribuído a ação sobre a glândula pineal, o relógio da vida, e por isso o zinco teria influência no retardo do envelhecimento. Um outro metal de importância para o ser humano é o cobre. O cobre tem ação sobre várias enzimas. É componente da proteína do tecido conjuntivo elástico, estando envolvido na formação da mielina substância que protege as fibras nervosas centrais e periféricas. Alterações ósseas, incluindo a osteoporose, formação de esporão metafisário e calcificação de tecidos moles, é atribuído a deficiência de cobre. A importância dos minerais nos seres vivos é muito grande, e por isso, devemos cuidar bem do solo e protegê-lo. Iremos retornar ao assunto Campestre para relatar alguns fatos que vêm ocorrendo ultimamente, depois que surgiu o SP-1 (A ÁGUA DA VIDA) em 1995. SP-1, foi o nome dado para a água que surgiu das fendas das rochas do MB-4, quando a mesma é oferecida para o ser humano. É uma justa homenagem que fazemos a Sebastião Pinheiro, o primeiro a indicar a água para fins medicinais no ser humano. Para atender as necessidades, foi feito um poço no local e deu uma vazão de 8.000 litros por hora. A composição química é idêntica ao CM-1. Os elementos minerais são os mesmos, porém, no CM-1 acontece o fenômeno da evaporação e por isso, a maior concentração dos sais. O SP-1 tem sido um sucesso. As pessoas tomam alguns meio copo por dia, outros, um copo, outros usam como água potável. Mas, todos são unânimes em dizer que foram beneficiados e ficaram bons de alguma doença. A princípio, uma pessoa tomou a água e melhorou de um derrame
cerebral, AVC. Melhorou da fala, das cãibras, os pés que
eram inchados ficaram normais, ficou mais disposto, começou a contar
para amigos, que passaram a experimentar e a se beneficiar da água.
A notícia foi se espalhando e muita gente vem tomando e se recuperando
de doenças, as mais variadas e algumas delas consideradas "incuráveis".
Já se tornou assunto para literatura de cordel, notícia
em jornal de grande circulação no estado, ocupando uma página
inteira, trazendo em destaque a seguinte manchete, em letras garrafais: Estamos continuando a tentar consertar os efeitos onde corrigir a causa seria o certo, o ideal e principalmente, o mais fácil. No reino vegetal, estamos à combater doenças e pragas na agricultura, conseguindo com isso aumentar a concentração de rendas. Com os métodos usados agredimos mais o meio ambiente e provocamos mais doenças; a causa continua. No reino animal, as doenças estão cada vez mais difíceis de serem combatidas, mais resistentes, tão variadas e mortais, quanto às das plantas. No homem, que tem a facilidade de se comunicar, podemos entender, tirar conclusões e estas, estendê-las para os outros reinos. As pessoas tratadas com o SP-1, se beneficiam, ficam de algumas doenças curadas, mas, nota-se que algum tempo depois quando deixa-se de tomar, e os minerais forem eliminados do organismo, a doença volta e continua às vezes com outros sintomas e naturalmente outro nome. Quando passa novamente a ingerir o SP-1, se recupera. O que vem a demonstrar, que os alimentos, que são os responsáveis pelo abastecimento do organismo, estão destituídos no todo ou em parte dos seus constituintes minerais originais. Então, não temos como duvidar, as doenças existem por deficiências nutricionais nas plantas e nos animais. A imunidade do animal e do vegetal, está grandemente ameaçada. É necessário que tomemos providências urgentes, com o intuito de beneficiar o solo, restituindo todos os nutrientes minerais, para que plantas e animais tenham a saúde, tão almejada. Entre as diversas doenças que o SP-1 vem tratando, as mais freqüentes são: Dores musculares, azia, prisão de ventre, cãibras musculares, angústia, fadiga mental, enxaquecas, hipertensão, estresse, melhor desempenho sexual, melhora de memória, varizes, alergia, melhora no sistema nervoso, dores na coluna, bursites, colite, afta, azia, derrames (tem-se obtido grande melhora), circulação, caspa, bebidas alcóolicas fortes, gastrite, dores nas pernas, sinusites, melhora de pele e cabelo, doenças de senhoras, conjuntivite, pedras nos rins, etc. São tantas as doenças que são tratadas, que fica difícil, até acreditar. Mas, vem confirmar com mais veemência a nossa idéia, de que, a causa está no solo. Aconteceu há poucos dias, agosto de 1996, uma senhora queria nos contar a sua experiência. Sofria de osteoporose, os seus joelhos eram inchados, não podia se agachar, depois que passou a tomar do SP-1, já fazia todos os movimentos e estava se recuperando da doença. Ora, pelo que nos consta, a osteoporose não tem cura. Mas, a origem já sabemos, está no solo. Resta-nos, aguardar mais um pouco, para ter a certeza de que se recuperou da doença incurável, com exames próprios, que atestem a cura da osteoporose. Tomamos conhecimento que uma senhora de Aracajú-SE, sofria de pedra nos rins e que sentia muitas dores, principalmente quando sentava-se à máquina de costura, já havia sido diagnosticado pelos médicos, inclusive com ultra-sonografia. Começou a tomar SP-1 por informações de uma amiga, e depois de alguns dias começou a se sentir melhor, passou as dores, então, resolveu voltar ao médico e fez nova ultra-sonografia. Os cálculos renais haviam desaparecido. Um outro caso que ocorreu recentemente, de um senhor que tem o mal de Chagas já comprovado pelo teste apropriado. O homem vivia cansado, não tinha resistência, desmaiava de vez em quando, e os médicos estavam certos de colocar um marca-passo, para melhorar seu coração. Começou a tomar o SP-1, depois de uns seis meses mais ou menos, sentindo-se muito melhor, foi aconselhado a voltar ao médico. Submetido ao teste de esforço, causou surpresa e não necessitou colocar o marca-passo, pois o coração que era cansado voltou ao normal e se estabilizou. Hoje, está em plena campanha eleitoral, já que é candidato a vereador.
Temos convicção de que todas as doenças têm origem de uma deficiência mineral no solo. O solo, é o responsável por toda vida na terra, e a duração da vida individual de cada ser, vai depender dele. Isto, pôde ser bem observado na foto - 2, onde se vê o pé de feijão com MB-4, em pleno vigor físico, com vagens secas, novas e flores. O que vem a demonstrar que apesar de ter filhos já prontos para reproduzir, continua em pleno vigor, proliferando e em todo viço. Isso é o que se poderia chamar de "velhice ideal". Seria uma velhice sem doenças, sadia, sem achaques, que costumamos dizer para consolo, comuns da idade, proliferando e demonstrando para todos que é capaz. É o que todos almejamos! Este estado de "graças", só pode ser alcançado com uma alimentação biologicamente completa. Aquele pé de feijão, estava bem nutrido e por isso, sadio, teve uma vida longa, em relação aos outros da mesma espécie. O que vem a concluirmos, que a saúde daquele pé de feijão, está diretamente proporcional à saúde daquele solo, e como o feijão apresentou sinais evidentes de está bem alimentado, sem doenças e pragas, então, podemos ter a certeza de que o solo está bem nutrido com MB-4. Com os resultados colhidos e as observações feitas, constatando-se, que as culturas onde foi usado o MB-4, apresentam densidades superiores às suas semelhantes da mesma espécie onde foi usado o adubo químico, constitui uma prova convincente de que tem mais volume e menos massa. E o que faz aumentar a massa, são os sais minerais, as vitaminas, as proteínas e as demais substâncias orgânicas, necessárias aos animais para lhes dar uma vida saudável. No experimento com cana, onde foi observado as canas que receberam MB-4
no solo, não apresentaram pendão, é um outro testemunho
de que o solo, estava bem nutrido e a cana sentiu segurança, de
não necessitar emitir o pendão, para garantir a preservação
da espécie. As constatações feitas nos animais que vivem em Campestre, não deixam dúvidas sobre a grande influência que têm os minerais, o que vem a comprovar a situação em que se encontra o solo, não só no Brasil, como nos outros países, mesmo os que se dizem do primeiro mundo. O solo, está terrivelmente empobrecido e só se pensa em combater os efeitos, as causas, que são mais fáceis de serem corrigidas, continuam no esquecimento. A grande proliferação das ovelhas, vem a demonstrar a necessidade de recuperação dos solos, para que as pastagens forneçam todos os nutrientes necessários e não seja usado medicamentos ou drogas, com a finalidade de manter a fertilidade dos rebanhos, vindo a tornar a pecuária mais onerosa e com isso contribuir para aumentar a concentração de renda, canalizando todos os recursos para multinacionais que se aproveitam do despreparo da maior parte dos seres humanos para aumentarem seus lucros. O exemplo de Campestre e outros locais disseminados no planeta, precisa que seja divulgado, para que o homem tome ciência e observe a Natureza, tirando lições em proveito próprio. Como já foi dito, a Natureza é a Enciclopédia da vida. Nela, encontramos arquivados todos os conhecimentos para preservação da vida. A água que nasce das rochas que compõem o MB-4, apresenta os mesmos constituintes minerais, e nos fez ver a sua influência na qualidade e quantidade do leite das vacas que tomaram da água. O mesmo aconteceu, com o uso do MB-4, adicionado à ração de vacas leiteiras. A alta mortalidade de bodes recém-nascidos, verificada em Sergipe e controlada pelo uso do MB-4 na água. Todos esses exemplos, comprovam a grande deficiência de nutrientes minerais em que se encontram o nosso solo. O que vem a comprovar a máxima: "Os povos crescem e morrem com o seu solo". No experimento realizado com frangos, galinhas poedeiras, ovos e o MB-4, foi constatado os efeitos do produto, notando a melhor qualidade da carne, a maior resistência dos ossos, aumento na produção de ovos e melhor qualidade dos ovos. Perguntamos: Como o ser humano pode ter uma boa saúde, se a alimentação que recebe é de péssima qualidade? Uma fábrica que recebe matéria prima abaixo das especificações, não pode fazer produtos de boa qualidade! Façamos uma retrospectiva dos alimentos consumidos pelos seres humanos. Entre os alimentos de origem vegetal, ingerimos produtos doentes, incompletos, desequilibrados, com excessos de algumas substâncias e insuficiência, ou mesmo ausência de outros. Por exemplo, ingerimos, atualmente com os vegetais, quatro vezes mais de potássio, duas vezes mais de ácido fosfórico, menos da metade do magnésio, seis vezes menos de sódio, três vezes menos de cobre, etc; do que 100 anos atrás, sem falar nas modificações de composição orgânica. As adubações nitrogenadas atuais, provocam desequilíbrios acentuados nas culturas, produzindo desorganização nas proporções de vitaminas, proteínas, aminoácidos, etc., alterando o sabor, o odor e a capacidade de conservação de frutíferas e hortaliças. As adubações potássicas atuais, fazem reduzir o teor de magnésio e de outros elementos que têm grande utilidade para as plantas e para os animais que delas se alimentam, como: cálcio, boro, manganês. Entre as substâncias orgânicas, altera o teor de proteínas, aminoácidos e caroteno. As adubações fosfatadas atuais, reduzem o teor de zinco no vegetal. Como se sabe, o zinco exerce grande influência na produção da insulina. Alguns pesquisadores, já atribuem a deficiência de zinco no homem, ser uma das causas da diabetes. Acrescente-se a estas modificações, as tentativas de consertar os efeitos produzidos por essas alterações, com os agrotóxicos usados para combater pragas e doenças na agricultura, que provocam mais desequilíbrios e está iniciada a bola de neve. Entre os de origem animal, ingerimos alimentos incompletos, biologicamente desequilibrados, contaminados. As pastagens, cultivadas em solos empobrecidos pela exportação, pela lixiviação, pelas agressões do homem, tornam os rebanhos deficientes e doentes. Os animais que são destinados para esses fins, são submetidos a viverem como se estivessem fora da realidade, e para ficarem submissos e sujeitos às condições impostas pelo homem, é administrado hormônios. Para controlar as doenças, são dados os antibióticos. Para combater as ervas daninhas das pastagens, são usados os herbicidas, produtos altamente tóxicos, que deixam resíduos no pasto para os animais se alimentarem. Além de serem levados pelas águas das chuvas, para açudes, córregos, riachos, rios e completar o ciclo alimentar dos animais. Entre as aves, a galinha é a que mais se destaca e são criadas em locais sem liberdade, confinadas. Em verdadeiros "campos de concentração", como disse o professor José Lutzemberg, em uma palestra proferida em Maceió-AL. Nas galinhas, foi conseguido a grande façanha de ficarem prontas para o abate em 45 dias, às custas de hormônios. A carne é tenra, muito fácil de ser mastigada, sem nenhum esforço! No experimento apresentado anteriormente, ofereceu uma idéia da
qualidade dos ovos, comparados aos de capoeira, e as que ingeriram o MB-4. Além dos alimentos de origem vegetal e animal, temos os derivados da industrialização daqueles. Como conservas; enlatados, engarrafados e acondicionados. Onde são adicionados, conservantes, corantes, sabores e odores artificiais. Completando a alimentação humana vem a água. De rios, riachos, córregos, açudes que recolheram suas águas após, terem lavado as culturas pulverizadas com agrotóxicos, as pastagens com herbicidas. Para os que vivem no campo, está completa a alimentação; para os que vivem nas cidades, têm o privilégio de receberem a água tratada, onde é adicionado altas doses de cloro e outras substâncias químicas para dar fim às bactérias, vermes, etc. Perguntamos: Será que o ser humano tem motivos para ficar doente? Caso o homem não modifique sua alimentação, doenças fatais, como a AIDS, serão consideradas como as menores! Não estamos exagerando.
O que vem se constatando com o SP-1 é uma prova concreta do que foi afirmado. Os vegetais, os animais, inclusive o próprio homem, responsável direto pela aceleração com que se processa, estão com sua imunidade biológica comprometida. Atualmente, nas Universidades existem paredes muito altas separando profissões afins, como Geologia, Ciências Agrárias e Ciências Médicas, mas deve ser mudado para que haja um melhor entrosamento e a humanidade saia ganhando com isso. O geólogo, terá de conhecer um pouco da agronomia e da medicina. O agrônomo, um pouco da geologia e da medicina. O médico, terá que conhecer um pouco da geologia e um pouco da agronomia. Isso, julgamos da maior importância, para sairmos da posição
que nos encontramos, vivemos a combater os efeitos, esquecemos das causas. "Lei da inter-dependência entre os reinos":
A eliminação da doença, só poderá ser feita com a complementação mineral do solo. No entanto, como tratamento para o vegetal ou animal, dependendo do avançado da doença, a ingestão ou suplementação dos tais elementos minerais, recuperarão o indivíduo. Sempre que existir uma doença no vegetal ou no animal, associada a ela, está uma deficiência mineral no solo. Não consideramos o que afirmamos como novidade e sim, que, com as nossas maneiras de procurarmos as coisas difíceis, deixamos de ver as fáceis. Temos certeza, pelo que ficou demonstrado nas diversas observações e constatações, que as dúvidas, foram dissipadas. Na Natureza, não podemos viver sozinhos, um indivíduo, depende de todos os outros e do próprio conjunto, assim como o conjunto, depende daquele indivíduo e dos outros. O animal depende do vegetal e do solo, assim como, estes, dependem daquele. O que ficou demonstrado com o SP-1, tratando-se do ser humano e o que foi constatado com o MB-4 em vegetais e animais, não ficam dúvidas da necessidade de recuperar os solos para que vegetais e animais vivam mais e com saúde. 5.7 - O MB-4 E A AGRICULTURA SUSTENTÁVEL
Não custa nada sonhar! Todos teriam seu pedacinho de terra, para criar e plantar. O solo, estava convenientemente mineralizado (com MB-4, naturalmente) e os restos vegetais, o recobririam protegendo-o do calor do sol. A fina camada formada de folhas, pois o tempo ainda era muito curto, desde que houve a transformação, mas já podia se notar, ao se levantar com a mão, a existência de muitos bichinhos que assustados com o gesto estranho, tentam apressados se esconder da possível ameaça. Não sabem eles, que os tempos são outros, os costumes dos homens foram mudados, quem era considerado como praga, ameaça, hoje era tratado como indispensável para o perfeito equilíbrio. O terreno apesar de pequeno, mas era o suficiente para manter a família. Ao redor tinha árvores cujas folhas e flores perfumavam o ambiente e protegiam as lavouras dos ventos fortes, sem torná-las abafadas. As galinhas de capoeira criadas soltas, ciscavam as folhas e espantavam os grilos que pulavam às pressas, mas mesmo assim, eram alcançados e serviam de alimento para elas. Conseguira também com a ciscagem, catar uns fragmentos de pedra, que na moela (órgão interno triturador dos alimentos, das aves) efetua um trabalho além de moedor, o de mineralizador das carnes das aves. Naquele terreno tudo se plantava e tudo dava com fartura e sem pragas, nem doenças. As fruteiras, davam frutos cheirosos, saborosos. A beterraba, a cenoura eram pesadas, muito diferentes das que eram produzidas antigamente, muito bonitas, porém, leves, ficavam podres com muita facilidade. O coentro, que perfume! O cheiro, se sente de longe! A casa do patrão fica lá no alto, onde se avista toda fazenda inclusive o córrego, com sua água cristalina, dá para se ver os peixinhos, que passeiam tranqüilos e esquecidos, que dias atrás, ali era impossível se viver, pois além da poluição comuns a todos os outros córregos, ainda vinha nas enchorradas altas quantidades de agrotóxicos e de herbicidas, lavados pelas chuvas, nas lavouras e nas pastagens. De longe, se ouviam os gritos alegres de crianças sadias, que brincam com um rebanho de carneirinhos, cujas mães, acostumadas e confiantes, apressaram o passo para catar, embaixo das Algarobas, as vagens desprendidas. Uma das mães vem lá atrás, parece solitária, mas está acompanhada de quatro borreguinhos, seus filhos, de uma única parição, é por isso que não acompanhou as outras, para o lanche da tarde! Terá muita sorte se restar alguma vagem esquecida. O filho mais velho do patrão, já olhou os porcos, colocou no cocho, mais água e um pouco de MB-4, pois seu pai lhe informou que a mudança de hábitos, foi feita há pouco tempo e para prevenir, enquanto o solo se recupera da antiga agressão, podia surgir inesperadamente ainda, alguma doença nos animais. O vizinho, que passava no justo momento em que o rapaz apanhava o resto
do saco de MB-4, recordou, você era mais jovem e por isso não
se lembra do que nós passamos por aqui, trabalhávamos muito,
mas todo dinheiro era pouco para comprar adubo, remédio para matar
as pragas, e acabar com as doenças, mas era mesmo que nada. Sempre
aparecia uma doença nova. Aquele remédio não servia
mais, tinha que comprar outro, mais caro ainda. Lembro muito bem, que
um dia, a minha mulher achou de aproveitar um dos frascos secos. Lavou
muito bem lavado, que ela ainda é muito nervosa com essas coisas,
mas mesmo assim, depois é que descobrimos, que meu filho de dois
anos morreu por causa do veneno que vinha naquele frasco. Não gosto
nem de falar dessas coisas, porque recordar é viver duas vezes
e quando é de coisa ruim, parece viver é três vezes,
mas você é jovem, é bom ficar bem lembrado do que
eu, e seu pai sofremos naquele tempo. Para limpar os matos de folha larga,
colocava herbicida, diziam os vendedores que depois de um certo tempo,
acabava o efeito, mas era conversa, poucos dias atrás, ainda nasceu
um carneirinho com o maxilar inferior maior que o superior. A ovelha mãe,
cheirou e deixou, como se nada tivesse acontecido. Ah! Tempos!... Depois de apanhar muito, descobriram que a causa de tantas doenças, são as agressões sofridas pelo solo. Uma coisa tão simples, só foi dar ao solo os constituintes originais, tirados das rochas e como num passe de mágica, melhorou a saúde das plantas, dos animais e dos homens! Olhe, mande seu pai avivar as cores da placa com o nome da fazenda, para todo mundo ler de longe, bem alto:
É um Restituidor de vida saudável para os vegetais, como foi visto no experimento com cana. Onde as que foram tratadas com MB-4, não apresentaram pendão, mostrando a sua capacidade de beneficiar as culturas, de modo a torná-las nutridas, capazes de suportar as intempéries. O MB-4 mostrou os benefícios que traz ao animal, tanto por uma melhor alimentação, quando colocado à disposição das plantas, dando lavouras bem nutridas e portanto, trazendo saúde para os animais; como colocado adicionado à ração, experimentado em gado e galinhas; ou colocado na água, como foi testado nos bodes. No homem, vem causando muito sucesso através de sua forma líquida, o SP-1. Quando é oferecido ao ser humano, tem apresentado resultados surpreendentes, mostrando que as doenças nada mais são, que efeitos de uma mesma causa:
MENSAGENS DA CANES CAMPANHA Desde abril de 1996, já no Primeiro Fórum MIBASA de Agricultura Sustentável, denunciamos o estado de saúde da humanidade e a nossa preocupação. Na oportunidade pedíamos a participação de todos. Como vimos que não houve eco para nossos apelos, resolvemos tornar as coisas mais claras, para que a população começasse a ver o porquê de tantas doenças. Mas, o povo está hipnotizado, sofre, mas não percebe que está sendo manipulado e arrastado pelos sentidos físicos, fazem o que os meios de comunicação, de divulgação orientam. Para dar somente um pequeno exemplo sobre a situação em que se encontra a população, quando começamos a sentir os efeitos benéficos do SP-1, onde pessoas conhecidas que foram beneficiadas ficando boas de seus males, contavam das suas melhoras, a maior parte das pessoas contactadas, diziam que acreditavam e que iam tomar o SP-1, mas não apareciam para apanhar, e não tinham despesas! Quando o jornal tomou conhecimento dos benefícios, fez a reportagem, agora, as pessoas que não acreditavam, passaram a acreditar e a tomar e sentir os benefícios. Por este motivo, estamos sentindo tanta insensibilidade de todos, autoridades civis, religiosas, etc. Até o momento nossos avisos, são esquecidos. É como se tivesse pregando para cegos, surdos e mudos ao mesmo tempo. Resolvemos fazer as mensagens, as cartas e mandar para Escolas, Colégios,
Associações Comunitárias, Lojas Maçônicas,
Câmara de Vereadores de Arapiraca-AL, algumas Paróquias e
até o momento, não tivemos nenhum bilhete dando apoio. Mas,
já estamos acostumados. Quando criamos o MB-4 em 1985, a onze anos
passados portanto, nos consideravam quase uns lunáticos, loucos,
hoje o MB-4 já faz parte da literatura técnica agronômica.
A Campanha Alimento Natural é Saúde (CANES), nasceu em maio
de 1996, só terminará se não houver sucessores para
levar avante ou se cumprir seu objetivo. Particularmente, temos certeza
que as pessoas vão se conscientizar rápido, pois estão
sentindo na própria pele, o que vem acontecendo. Insistiremos, até surgirem os primeiros a se conscientizarem e juntando as nossas forças, o grito será maior e alcançará maior distância. Outros, também irão notando o estado de saúde que está a humanidade, em outros pontos do país e fora dele e poderemos nos juntar para aumentar, somar, de tal modo a tornar, essa conscientização mais rápida.
Um agradecimento todo especial aos cientistas, que muito gentilmente aceitaram o nosso convite para nos apresentar um pouco de suas experiências e seus conhecimentos. Decidimos fazer este FÓRUM, porque nos achamos com a responsabilidade de tornar mais público assuntos tão importantes, pois está em jogo o prosseguimento da vida. A vida é uma dádiva divina, e como tal, devemos acima de tudo preservá-la, protegê-la e além disso, nós os humanos, fazemos parte dela. A ligação entre os reinos mineral, vegetal e animal, lembrada por vários pesquisadores mostra que: "as civilizações crescem e morrem com o seu solo". As plantas desnutridas, não viverão sadias. Estarão sujeitas a pragas e doenças. Os animais que delas se alimentam, serão subnutridos e doentes. Pesquisador, como André Voisin cita que já no período de 1960 e 1970, na Europa, produtos vegetais foram consumidos pela população contendo: - Quatro vezes mais de potássio. - Duas vezes mais de fósforo. - A metade do magnésio. - Seis vezes menos de sódio. - Três vezes menos de cobre, do que cem anos atrás, sem falar das modificações da composição orgânica. Hoje vemos a população doente, vítimas da "fome oculta", com doenças resistentes aos mais fortes antibióticos, muitas delas incuráveis. Os médicos se sentem impossibilitados de exercerem a sua função. O nutricionista fica impossibilitado de prescrever uma dieta, pois os alimentos não dispõem dos nutrientes que deveriam ter. Os casais com dificuldades para terem filhos; doenças como hipertensão encontradas em jovens; a duração da vida humana cada vez mais comprometida.
Portanto, fica aqui a nossa mensagem, pois o momento assim o exige, A HUMANIDADE ESTÁ DOENTE, carece de nossas atenções, conclamamos a todos, autoridades, médicos, enfermeiros, engenheiros, nutricionistas, imprensa, para unidos, juntarmos nossas experiências, e que apesar de todo progresso técnico, o homem é e será sempre uma pequena parte da mãe NATUREZA e dela deveremos retirarmos o sanativo para fazermos essa cura. O 1º FÓRUM MIBASA DE AGRICULTURA SUSTENTÁVEL marcará o início dessa luta, porque vemos que a recuperação da saúde do ser humano tem início com o uso dos sais da terra e é através da agricultura, que levaremos esses minerais e outros nutrientes aos alimentos, tornando-os biologicamente completos. Dessa maneira praticaremos uma agricultura sem pragas e doenças, uma agricultura lucrativa. Com os conhecimentos que iremos adquirir neste FÓRUM, iremos nos
equiparar em conhecimentos, às nações mais evoluídas;
estaremos nos preparando para o século XXI, quando teremos uma
agricultura sustentável e uma medicina preventiva. Deixaremos de
uma vez por todas, de lutarmos contra os efeitos, corrigiremos portanto
as causas.
Prezado amigo Padre ...,
Quando digo isto, parece que estou fazendo tempestade num copo d'água. Mas não é. A nossa alimentação está comprometida. Quando partimos para a alimentação de origem vegetal, recebemos alimentos biologicamente incompletos, desprovidos dos minerais essenciais à nossa saúde e consequentemente doentes e que na sua vida vegetativa, além da adubação não aconselhada, que provocou o desequilíbrio, para conseguir sobreviver, levou agrotóxicos os mais diversos e de efeitos imprevisíveis. Segundo os mais renomados pesquisadores plantas sadias, doenças nem pragas, atacam. Quando partimos para a alimentação de origem animal recebemos alimentos contaminados com antibióticos e hormônios, já rejeitados no exterior por estarem fora dos padrões da alimentação humana. Os hormônios adicionados à ração animal, traz efeitos os mais prejudiciais, aos humanos que daqueles animais se alimentam. Atualmente vemos, doenças as mais variadas possíveis, atingindo jovens e idosos. Doenças que antigamente só atingia idosos, hoje não é mais novidade nos novos. Males incuráveis, como AIDS e outros que irão aparecer, nos atingem, pois estamos tentando corrigir os efeitos, esquecemos as causas. Pergunto: "Não é justo que eu esteja preocupado?" Antes não dispunha desses conhecimentos, mas hoje os tenho e além disso, tenho como sanar ou pelo menos diminuir esse pesadelo, porém me acho muito pequeno e sozinho, uma vida seria muito pouco, para enfrentar um problema de tão grande magnitude. Daí o meu interesse em colocar, o meu prezado amigo e dinâmico
padre ..., a par da situação e convidá-lo a participar
da CAMPANHA ALIMENTO NATURAL É SAÚDE." Com um abraço fraterno de:
Arapiraca, maio 1996
Observação: Esta carta foi enviada para todos os clubes
de serviços, 6.4 - O INVESTIMENTO MACABRO
Mais absurdo ainda é afirmar, que todos nós brasileiros, ou não, fazemos, uns mais e outros menos. Fazemos esta afirmação, pois quando compramos nossos alimentos, estamos investindo na nossa saúde. Sempre procuramos adquirir o que é melhor, o mais saudável. No entanto, não sabemos com certeza, que aquilo que adquirimos é realmente o que pensamos, ou é uma aparência. Será que estou comprando gato por lebre? Ah! Se fosse, seria muito bom, não seria o investimento que nos referimos. Somos contempladores e coadjuvantes do triste espetáculo. A SAÚDE ESTÁ EM CRISE, dizem as manchetes em jornais, revistas, noticiários de rádio e televisão. Quem procura saber qual o motivo da saúde ter se agravado tanto
assim? Trata-se de arranjar mais dinheiro para poder se investir mais
em curas de doenças. As causas das doenças ninguém
procura. A primeira intenção é a que fica, vamos
tratar a doença, mas a causa persiste. Poderíamos perguntar: "Quais as doenças que esses alimentos provocam?" E responderíamos sem pestanejar: "Todas, inclusive o envelhecimento precoce, a impotência sexual, a infertilidade de homens e mulheres, esse aumento assombroso da homossexualidade, a perda de nossas defesas imunológicas, etc., etc." O caso é sério, é para ficar assombrado mesmo. E agora, o que vamos comer? Não nos resta muita coisa, como alimento animal temos ainda um bodinho, um carneiro, a galinha de capoeira, ovos de capoeira e peixe do mar, pois os de açúdes e lagoas podem estar contaminados. Como alimento vegetal, não nos resta nada. Até a simples saladinha de verduras, está cheia de agrotóxico, pois as lavouras foram saturadas de adubos químicos, perderam suas defesas naturais, ficaram biologicamente incompletas, sujeitas a pragas e doenças e por isso, vieram os agrotóxicos, cada dia mais fortes, mais mortais e as pragas e doenças mais resistentes. No estágio atual, fazendo-se um comparativo, estamos iguais às lavouras. Foi trocada a maneira de adubar, isto é, foi mudado a alimentação, provocou o desequilíbrio, que por sua vez, comprometeu as defesas e aí estão as doenças nos seres humanos, onde os hospitais estão cheios e com tantas infeções hospitalares. Então, o que fazer? Diante desse quadro caótico, a MIBASA através de seu departamento técnico, preocupado com a situação, resolveu lançar a campanha de alerta à população "ALIMENTO NATURAL É SAÚDE", pois somos uns hóspedes na Natureza, e como tal, se for bom, fica, caso contrário, seremos eliminados e assim teremos o suicídio involuntário, pois estamos nos matando com nossas próprias mãos. Quando fazemos uma feira, supomos que estamos comprando somente nutrientes para nossos corpos, estamos fazendo um investimento, mas, adicionado à feira, vem os agrotóxicos, os hormônios, as deficiências de vitaminas e sais minerais, etc. que causam as nossas doenças. É portanto, um investimento macabro. OBSERVAÇÕES: A nossa intenção é alertar à população e agora, a professores de ciências para que conscientizem os jovens, para que eles não venham a passar pelo que estamos passando e tenham uma vida com saúde e paz. Fazemos isto, também com a intenção de dividirmos as responsabilidades que tomamos para nós. Queremos colocar à disposição dos alunos e professores o nosso departamento técnico, com informações e conhecimentos, para juntos unirmos nossas experiências e encontrarmos soluções adequadas, para tentar superar a crise para as futuras gerações e minorar o sofrimento desta. Arapiraca, junho/1996 ____________________ 6.5 - JOVENS Vós que sois jovens, que tendes a mocidade, precisam que sejam orientados para que tenham uma vida com saúde e paz. Essa é a nossa vontade, a nossa intenção. Toda sociedade, do mais humilde ao mais nobre, professores, religiosos, imprensa, políticos, jovens, adultos, todos, precisam se empenhar em torno de um único objetivo: salvar a humanidade que está doente. A humanidade está doente vítima da falta de informação, do despreparo, das agressões que faz à Natureza. E ela, apenas se defende e escolhe, o que é forte, sadio, fica e os doentes, são eliminados. Todo ser vivo, para estar sadio é necessário que tenha uma boa nutrição, tenha uma alimentação de boa origem, isto é, não tenha sido produzida às custas de agressões ao meio ambiente, como adubos químicos, agrotóxicos, hormônios, pois isto acontecendo, aquele que se alimenta, irá sofrer as conseqüências. Virão as anomalias e as doenças. Sei que é mais uma dificuldade, para nós que já temos tantas, mas, qualquer coisa, é melhor que doença e morte. Portanto, procurem se informar, exijam que seus alimentos de origem vegetal, não sejam produzidos com adubos químicos, nem agrotóxicos; que a carne de frango ou de gado não tenha hormônios. Prefira os alimentos naturais!
6.6 - A FEIRA ... E AS DOENÇAS
Quando a indústria recebe uma matéria prima imprópria, o produto final, não terá a qualidade, nem as propriedades que deveria ter; a resistência, a durabilidade estará comprometida; como o nosso organismo poderá fazer tantos milagres, para manter o corpo com saúde, se só recebe alimentação fora das especificações? Já faz até demais, se esforça para manter o equilíbrio, mas se encontra saturado de tantas agressões e num esforço muito grande, alerta apresentando um pequeno problema, para chamar a atenção, mas, a agressão persiste e às vezes mais acentuadas e mais freqüentes. Até o aço, tem o seu limite de fadiga e depois se rompe.
Podemos exagerar, temos o livre arbítrio, mas fiquemos certos, que por causa daquele ato impensado, as conseqüências virão, com certeza. Uma simples espinha, num rosto bonito, é um aviso. Pode ser um desequilíbrio hormonal provocado por um alimento, que esteja saturado em hormônios, como são as carnes de boi confinado, as galinhas e ovos de granja. Na pessoa que ainda está jovem, o alerta pode ser dado por uma espinha, se não for feita a correção da alimentação, fique certo, que no futuro, outras conseqüências virão, como câncer de mama, doenças do aparelho genital e seu organismo estará mais maltratado e por certo, sofrerá com mais intensidade. Até quando suportará? Uma prisão de ventre pode ser um aviso de que seu organismo está recebendo doses maciças de antibióticos e que sua flora intestinal foi atingida e prejudicou sua digestão. Caso você não tome cuidado com as carnes que está comendo, virão doenças as mais variadas possíveis, pois no intestino se processa todas as reações necessárias para dar a você uma saúde perfeita! Uma simples alergia, está ligada aos refrigerantes, aos conservantes, aos corantes, aos sabores artificiais, encontrados nos enlatados, engarrafados e acondicionados. Algumas pessoas já nascem com alergias e outras a adquirem e a transmitem aos seus descendentes, com o costume alimentar moderno, prático, cômodo, porém, danoso a uma boa saúde. Os cereais e as sementes de um modo geral, já entraram na era moderna, veio a biotecnologia e modificou o código genético de modo a torna-la uma semente altamente produtiva, adaptada às condições locais. A natureza levou milhares de anos para tornar aquela semente apropriada para a região; o homem, numa simples mudança no código genético, acha que isto é o suficiente, para transmitir todas as características da semente mãe, para a filha. No entanto, as sementes atualmente, trazem consigo as qualidades apropriadas a beneficiar as pragas. Pois a semente para ser plantada já vem com uma película de veneno e as que vão servir para alimento, para serem conservadas até quando vão ser consumidas, tem de estarem protegidas com altas doses de venenos muito fortes, que os coitados consumidores iludidos fazem uma lavagem dos grãos pensando, que com aquele simples ato, retirou todas as impurezas. "É o mesmo que tomar um banho, pensando que a sujeira estava no corpo, quando as impurezas estão na alma". E ainda, podemos nos perguntar porque temos tantas doenças? Ou será que a pergunta mais justa não seria: "como nosso organismo é perfeito, para suportar tantas agressões e assim mesmo só ter essas poucas doenças?". Como disse Adoniel Amparo em uma de suas palestras, a AIDS é apenas a ponta do iceberg, outras doenças virão, mais terríveis e mais danosas se não tomarmos providências urgentes... O nosso sistema imunológico está comprometido! É necessário que a população tome conhecimento para poder se proteger e saber o que é certo e o que é errado em sua alimentação, não deixar ser influenciada pelos comerciais, anúncios, embalagens e sabores que atraem nossos sentidos e por eles, somos levados a consumir, pensando que estamos adquirindo o melhor para a nossa saúde. Atualmente, vemos as doenças cardiovasculares atingirem jovens e idosos com uma freqüência jamais vista, os médicos assombrados já não sabem mais o que fazer para amenizar tanto sofrimento. Prescrevem receitas, dietas, mas as hipertensões, os enfartes, os derrames persistem, pois as causas continuam, estamos tentando corrigir os efeitos. Porque não deixamos de usar adubos químicos e passamos a usar produtos naturais, em nossas lavouras, restituindo ao solo tudo que lhe foi retirado por centenas de anos? Os adubos químicos, agridem e exterminam a microvida, provocando desequilíbrios muito grandes nos solos, além de fornecerem altas concentrações de determinados elementos e ausência de muitos outros, provocando prejuízos ao meio ambiente, contaminando o lençol freático, e inibindo que as culturas absorvam outros elementos minerais pois a adubação foi limitada a poucos elementos, embora em grandes quantidades. Minerais como o magnésio, de grande importância para o ser humano, uma vez que é responsável por mais de 300 funções, entre elas a elasticidade da pele, veias; tem funções como fortalecimento dos músculos, dos ossos e articulações. A deficiência de magnésio no ser humano traz como conseqüências, doenças cardiovasculares, artroses, artrites, da coluna, etc. Em 1970 na França já se constatava que os alimentos vegetais continham a metade do magnésio do que 100 anos atrás. Outros minerais importantes ao metabolismo humano, estão reduzidos em suas proporções ou mesmo ausentes dos alimentos, tais como cobre, zinco, manganês. Essas reduções ou mesmo ausência de vários
elementos nas culturas, provocam desequilíbrios, sendo responsáveis
por pragas e doenças, trazendo prejuízos para os agricultores,
que já desgastados pelos altos custos dos fertilizantes, são
forçados a adquirirem agrotóxicos para protegerem sua lavoura
e conseguirem sub-existir, a duras penas. Essas lavouras consumidas, vem
aumentar e reforçar o índice de doenças já
citado. É esta a feira que fazemos tantos sacrifícios para consegui-la! Depois que analisamos essas explicações, pensamos duas vezes antes de darmos comer a quem tem fome! Será melhor morrer de fome? Ou morrer da doença provocada pela ingestão do alimento?
ALIMENTO NATURAL É SAÚDE
A nossa intenção é alertar à população, aos professores, estudantes para que conscientizem os jovens, para que eles não venham a passar pelo que estamos passando e tenham uma vida com saúde e paz. Fazemos isto, também com a intenção de dividirmos as responsabilidades que tomamos para nós. Queremos colocar à disposição dos alunos e professores o nosso departamento técnico, com informações e conhecimentos, para juntos unirmos nossas experiências e encontrarmos soluções adequadas, para tentar superar a crise para as futuras gerações e minorar o sofrimento desta.
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Quando somos intimados para realizar uma missão, sentimos a necessidade de envidar todos os esforços para conseguir alcançar o objetivo o mais cedo possível. No caso da CAMPANHA ALIMENTO NATURAL É SAÚDE, tomei a responsabilidade para min, pois achei que nós, os humanos, estamos sendo iludidos, por nossos semelhantes, que talvez inconscientemente, usem sua capacidade intelectual para divulgar seus produtos que julgam de boa qualidade. Pois, não acredito que ninguém, por mais ambicioso e irresponsável que seja, sabendo do perigo, tenha a coragem de tomar do próprio veneno que vende, para conseguir bons lucros. Ao meu ver é impossível que tenha gente assim. Tenho acompanhado a situação do Brasil, sobre a saúde, está um verdadeiro caos. Muita gente doente, jovens, velhos, pobres, ricos, não há classe como exceção, os que tem um dinheirinho conseguem pagar um hospital melhor e com isso um melhor conforto, um sofrimento mais prolongado. Mas as doenças são as mesmas; pode ser que, as classes menos endinheiradas, devido ao baixo poder aquisitivo, tenha acesso a um determinado tipo de alimento, que gera uma doença; outra classe mais portentosa consome outros alimentos, tem aquela doença talvez com menos freqüência, mas é compensada por outras. A situação no mundo, nos países mais desenvolvidos, é melhor. As doenças aparecem, e são as mesmas, porem com menor freqüência. Portanto, é somente uma questão de dose. Quanto maior for a dose, maior também será a incidência. Tudo isto é fácil de ver, é fácil de constatar, desde que tenha uma posição isenta e crítica, capaz de observar ao longo do tempo, os tipos de doenças, a freqüência que aparecem e a possibilidade de cura, a história da doença, se é nova, se é velha. A quantidade de doenças novas que estão surgindo; a freqüência com que essas doenças novas estão aparecendo. E como conclusão, constatamos que o sistema imunológico do ser humano está avariado. O que fazer? Quais as providências que deveremos tomar? Não sou autoridade, não tenho nenhum acesso aos políticos, ou autoridades, até para dar um parecer, posso ser considerado louco, lunático ou que tenho interesses comerciais particulares; qual a posição que devo tomar? Devo tomar minhas precauções com minha família e deixar que as coisas continuem andando sem a minha intervenção? Seria a mais cômoda, mas, minha consciência, como ficaria? Poderia dormir tranqüilo, contrito de dever cumprido? Já que me foi dado a oportunidade de tomar conhecimento do caso, além disso, fui presenteado pela própria Natureza com dádivas não dadas a todos os mortais, "paciência e perseverança" e mesmo que não tivesse sido beneficiado, não poderia ficar de braços cruzados, vendo a banda passar. Não costumo agir assim. Tomei a decisão de lançar a "Campanha Alimento Natural É Saúde". Foi lançada em maio de 1996 em Arapiraca, cidade do agreste do estado de Alagoas, Brasil. A campanha não tem dono, não tem pátria e tem o objetivo único: "orientar a nutrição do ser humano de acordo com as Leis da Natureza. Para que o homem viva em toda sua plenitude a saúde, o amor e a paz". A campanha teve o início e só poderá chegar ao fim, se não houver continuadores, ou se atingiu seu objetivo. Atualmente, não tem uma fonte de renda própria, vem se
mantendo com a ajuda da MIBASA. Creio que não existe nada mais gratificante que servir ao próximo e esta luta, com mais razão ainda, pois estamos conduzindo a humanidade, para uma vida mais saudável. Estamos tentando preservar a vida, este dom divino! CAMPANHA ALIMENTO NATURAL É SAÚDE.
6.8 - E O QUE É ALIMENTO NATURAL?
A definição acima, é muito completa, mas, torna-se difícil para o consumidor saber quando é que a qualidade é ideal. Portanto, o meio mais fácil é procurar seguir as leis da Natureza, que são eternas e divinas. Vejamos:
Então, toda dificuldade em resumo, é esta, manter o solo bem alimentado, para se conseguir produtos de boa qualidade. No solo, é onde se dá as reações e transformações necessárias para nutrir a vida. Quando o solo está desequilibrado, toda a cadeia alimentar fica prejudicada, a vida estará comprometida. Nele, os três reinos: mineral, vegetal e animal, estão mais próximos. É onde os três reinos se interconectam entre si, se interferem, se distinguem e se separam. Todo o sistema alimentar da vida tem início, no solo, daí a grande necessidade de protege-lo, preserva-lo, supri-lo das suas carências para que cumpra sua finalidade e todo ser vivo, tenha sua nutrição iniciada com perfeição. Atualmente, faz-se justamente o contrário, dá-se ao solo, somente uma parte desses minerais, em grandes quantidades e solúveis, que acabam com a microvida do solo, e, como o solo está carente de vários elementos minerais, as plantas estarão incompletas, sujeitas às doenças e pragas, e aí entram os agrotóxicos, que provocam mais agressões ao meio ambiente e está iniciada a bola de neve. A matéria orgânica do solo foi abolida. O solo fica exposto ao sol, a microvida praticamente desapareceu, tem-se início o processo de desertificação...
Deste equilíbrio depende toda a vida na Terra. Assim, as plantas crescerão sadias e sem doenças, biologicamente completas. Terão os minerais, as vitaminas e todos os compostos orgânicos em quantidades e proporções ideais, para alimentar qualquer animal e mante-lo sadio, sem doenças e com vitalidade. Só para dar um exemplo da importância do solo, na cadeia alimentar do homem, os solos carentes de magnésio, vão produzir culturas deficientes deste mineral e os animais que delas se alimentarem vão se tornarem carentes. No homem as carências de magnésio provocam doenças como: hipertensão, artrose, artrite e muitas outras, uma vez que efetua mais de 300 funções no organismo humano. A importância do solo, é muito grande, pois dele, depende o restante da cadeia alimentar dos animais e no final, o próprio homem. 2 - Alimentos de origem animal. Todo animal, para servir de alimento sadio para outro ser vivo na cadeia alimentar, precisa que seja bem nutrido. A função do alimento, é fornecer os seus componentes minerais e orgânicos. Portanto, transmite todos os efeitos colaterais de substancias, de medicamentos que foram usados no decorrer da vida daquele animal, que servirá de alimento para outro. Daí o perigo que o ser humano corre, quando se alimenta de carne de porco e de boi confinado; de galinhas e ovos de granja. A estes animais é dado vermífugos, antibióticos, hormônios e outros medicamentos pois como vivem em verdadeiros campos de concentração, ficam sem as defesas e comportamentos naturais, e para suportarem viver naquelas condições, é administrado substancias químicas prejudiciais a quem se alimenta desses animais. As doenças mais comuns, são: câncer de mama, de útero e de próstata; doenças do intestino; alteração no comportamento sexual masculino ou feminino, etc. Do que foi exposto, vê-se a necessidade do consumidor fiscalizar a procedência dos alimentos que está adquirindo, sob pena de num futuro muito próximo, estar vendo na sua própria família, se é que ainda não surgiu nenhum caso, problemas dessa natureza. Valorize os alimentos que são produzidos sem adubos químicos e agrotóxicos; as galinhas e ovos de capoeira; a carne do boi criado livre; a carne do bode e do carneiro que vivem livres; talvez fiquem um pouco mais caro, é verdade, mas com toda segurança será compensado, pois esse dinheiro seria gasto em hospitais e levaria você consumidor, a uma vida de sofrimento e dor, se é que ainda resta vida! CAMPANHA ALIMENTO NATURAL É SAÚDE OBSERVAÇÕES: A nossa intenção é alertar à população e agora, a professores, para conscientizarem os jovens, para que eles não venham a passar pelo que estamos passando e tenham uma vida com saúde e paz. Fazemos isto, também, com a intenção de dividirmos as responsabilidades que tomamos para nós. Queremos colocar à disposição dos alunos e professores o nosso departamento técnico, com informações e conhecimentos, para juntos unirmos nossas experiências e encontrarmos soluções adequadas, para tentar superar a crise para as futuras gerações e minorar o sofrimento desta.
6.9 - CARTA AOS POSTO DE SAÚDE DE ALAGOAS
A(o) Il.mo.(a) Sr(a).
Prezado Senhor(a),
Parece estranho, numa época como a atual, onde só se consegue alguma coisa, com tanto sacrifício e suor, e encontrarmos algo assim, tão valioso como a saúde, de graça! Mas, o nosso interesse é mostrar à todos, que uma das maiores causas das doenças da humanidade são as deficiências minerais nos alimentos que ingerimos, provocada pelas adubações químicas, que desequilibraram o solo e comprometeram a nossa alimentação, e consequentemente o sistema imunulógico humano, nos deixando vulneráveis a todo tipo de doenças. O SP-1 (A água da Vida) é rica em sais minerais, principalmente o magnésio, elemento que tem mais de 300 funções no organismo humano. Em anexo, segue uma fotocópia do jornal "Gazeta de Alagoas do dia 12/07/96" que anuncia a descoberta e cita alguns testemunhos de pessoas que foram beneficiadas. Pedimos a V.S. que divulgue o que acabamos de afirmar, pois assim fazendo,
estará contribuindo para aliviar o sofrimento humano.
Mineração Barreto S.A.
2) Burton, Benjamin Theodore - Nutrição Humana. São 3) Cardoso, Elke J. B. N.; Tsai, Siu M. Neves, Maria C. 4) Chaboussou, Francis - Plantas Doentes pelo uso de 5) Farina, Mário - Asbesto de Alagoas: Relações
Litoló- 6) Farina, Mário - Quantificação dos Depósitos
de As- 7) Fukuoka, Masanobu - Agricultura Natural: Teoria e 8) Laguna, José - Bioquímica. São Paulo: Mestre
Jou, 9) Leite, Walfredo de Almeida - Geologia e Depósito de 10) Mabesoone, Jannes Markus - Petrografia Sedimentar - 11) Mahan, L. Kathleen - Alimentos, Nutrição e Dietote- 12) Mello, Francisco de A. F. de & et. al - Fertilidade 15) Primavesi, Ana - Agricultura Sustentável. São Paulo: Nobel, 1992. 16) Primavesi, Ana - Manejo Ecológico de Pastagens em 17) Primavesi, Ana - Manejo Ecológico de Pragas e Doenças:
Técnicas 18) Primavesi, Ana - Manejo Ecológico do Solo: A Agri- 19) Séo, Edson Hiroshi - Unidade da Vida: Manual de 20) Siqueira, José Osvaldo & Franco, Avílio Antônio
- 21) Turner, Francis J. & Verhoogen, Jonh - Petrologia: 22) Vieira, Lúcio Salgado - Manual da Ciência do Solo. 23) Woiski, Jacob Renato - Nutrição e Dietética
em Pe- Solon Barrozo Barreto Natural de Neópolis - SE, geólogo, formado pela Escola de Geologia do Recife-PE em 1965; membro da Academia Arapiraquense de Filosofia, Ciências e Letras em Arapiraca - AL; ocupa a função de diretor técnico da Mineração Barreto S/A - MIBASA - por mais de 20 anos. Desenvolveu e pesquisou em diversas áreas: mecânica, eletricidade com máquinas e equipamentos eletro-mecânicos inventados. Estuda e escreve sobre filosofia e metafísica. Dedica-se atualmente à nutrição: do solo, das plantas e dos animais. Estabeleceu a interrelação entre os reinos da natureza, e afirma que, toda doença do vegetal, ou do animal, tem sua origem inicial, de uma deficiência mineral do solo. Criou em 1985 o Melhorador de Solos MB-4, produto natural derivado de rochas moídas. É autor junto com o professor e engenheiro agrônomo Sebastião Pinheiro do livro: "MB-4 Agricultura Sustentável, Trofobiose e Biofertilizantes. Dando continuidade às pesquisas no campo da nutrição vem obtendo sucesso nas plantas, nos animais, inclusive nos homens e diz que o ser vivo, está perdendo a sua imunidade, devido ao empobrecimento do solo, que só será corrigido, restituindo-lhe os seus constituintes minerais originais. Com a intenção de difundir esses conhecimentos lançou a CANES - Campanha Alimento Natural É Saúde. Com a finalidade de mostrar para a população "O Porquê das Doenças" e como fazemos as agressões ao Meio Ambiente, criou em Campestre "O Paraíso da Saúde" um ritual que será seguido pelos que visitam o Lago da Imburana, de tal modo a tomar conhecimento do seu comportamento irregular e com isso ficará informado do que deve ser modificado. Para essa finalidade construiu quatro Mirantes em volta do lago. Ainda em Campestre "O Paraíso da Saúde" construiu a Vila Saúde onde se encontra o fontanário do SP-1 (A Água da Vida) , a praça médico Mário Mourão, o martelo de geólogo, a lanchonete Reinos da Natureza, a loja de produtos naturais SAUdaDE, a Ducha Mimosa, o Jardim Cristine. Apoiado nesses conhecimentos criou os produtos: Mineralizador Misbet - MM-1, MB-4 líquido, Óleo Fabiane e a Ducha Mimosa um banho de saúde e de beleza, que servirão de lenitivo para atender às necessidades de saúde das plantas, dos animais e dos homens, enquanto aguarda a recuperação dos solos. Arapiraca, julho de 1998 _________________________
REINO MINERAL - PARA O SOLO Para eliminar a causa da todas as doenças é necessário restiruir ao solo os seus constituintes minerais originais e isso só se consegue com uma boa Farinha de Rochas - O MB-4. REINO VEGETAL - PARA AS PLANTAS Para agir como lenitivo, enquanto se faz a restituição ao solo dos seus constituintes minerais originais e poder salvar as culturas doentes, usa-se o MB-4 líquido aplicado ao caule e as folhas. REINO ANIMAL ¨ Para os animais irracionais Como lenitivo para os animais irracionais, enquanto é feito a recuperação dos solos onde se encontra a causa de todas as doenças, deve-se usar adicionado à água de beber e ou aos alimentos, o SAL MISBET-2S ou o SAL MISBET SM-2L. ¨ Para os homens Para atender às necessidades dos homens como lenitivos para as suas doenças, usa-se um dos seguintes produtos, que deve ser escolhido de acordo com a urgência da situação. A seqüência abaixo está em ordem de urgência: 1- MINERALIZADOR MISBET MM-1 - (uso externo) Coroando e demostrando um resultado prático visível é oferecido a DUCHA MIMOSA (um banho de saúde e beleza).
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